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O SORRISO DE DEUS

1
José Bezerra de Carvalho · Teresina, PI
6/11/2009 · 8 · 2
 

Vi o mundo sem graça
Ouvi dores e gemidos
Os fortes abater aos fracos
Outros perderam os sentidos
Sem fé e sem esperança
E quase todos perdidos

E meio ao desespero
O povo sem religião
E os falsos profetas
Aumentarem a confusão
Os que neles acreditam
Cresce mais a exploração

O crime e a perversidade
Causando medo e pavor
A justiça é um fracasso
De Deus perderam o temor
Esqueceram os mandamentos
De um Deus que é amor

Em todas as nações
Os pequenos são pisados
Cresceu a corrupção
Não há honra e nem honrados
Os pequenos sem defesa
São presos como culpados

Vejo as leis dos homens
Gerando a escravidão
Quanto mais se criam leis
Mais aumenta a confusão
Pra rico não há sentença
O pobre não tem perdão

No rosto que havia dor
Brotou um novo sorriso
O fraco tornou-se forte
O forte ficar indeciso
Para os humildes abriram-se
As portas do paraíso

Eu vi os grandes chorando
E vi os fracos sorrindo
Nos desertos fontes d’aguas
Os campos eu vi florindo
Os pequenos eu vi crescer
Eu vi os grandes caindo

Muitos foram os perdidos
Devido aos crimes seus
Isto de todas as nações
Italianos e Judeus
Gregos e Samaritanos
Milionários e Plebeus

Os orgulhosos humilhados
Os exaltados caindo
Humildes sendo elevados
Para o reino iam subindo
Dos Céus abriram-se as portas
E Deus estava sorrindo

Eu vi os anjos celestes
Unidos aos povos seus
Entoaram cantos e hinos
Em festas de jubileus
Em cada rosto que olhava
Vi o sorriso de DEUS

Sobre a obra

Vi o mundo sem graça
Ouvi dores e gemidos
Os fortes abater aos fracos
Outros perderam os sentidos
Sem fé e sem esperança
E quase todos perdidos

E meio ao desespero
O povo sem religião
E os falsos profetas
Aumentarem a confusão
Os que neles acreditam
Cresce mais a exploração

O crime e a perversidade
Causando medo e pavor
A justiça é um fracasso
De Deus perderam o temor
Esqueceram os mandamentos
De um Deus que é amor

Em todas as nações
Os pequenos são pisados
Cresceu a corrupção
Não há honra e nem honrados
Os pequenos sem defesa
São presos como culpados

Vejo as leis dos homens
Gerando a escravidão
Quanto mais se criam leis
Mais aumenta a confusão
Pra rico não há sentença
O pobre não tem perdão

No rosto que havia dor
Brotou um novo sorriso
O fraco tornou-se forte
O forte ficar indeciso
Para os humildes abriram-se
As portas do paraíso

Eu vi os grandes chorando
E vi os fracos sorrindo
Nos desertos fontes d’aguas
Os campos eu vi florindo

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informações

Autoria
José Bezerra de Carvalho, poeta Zé Bezerra, o "Águia de Prata"
Ficha técnica
Cordel, em sextilhas
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+ comentar
Orisvaldo Tanniy
 

É verdade os fortes sempre querem abater aos mais fracos.
Belíssima poesia!Depois eu volto.Abraços...

Orisvaldo Tanniy · Teresina, PI 5/11/2009 11:23
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ayruman
 

Aqui lendo e apreciando seu poético versejar. " Os simples herdarão os Céus". Abraço fraterno. jbconrado.

ayruman · Cuiabá, MT 7/11/2009 12:40
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