Mestre Tonicão, exímio armador de ferragens em construção civil foi tão bom de serviço que botava banca com mestres de obras e com engenheiros. Sua presença era requisitada nas maiores obras da construção civil em Montes Claros nos anos 60.
Tinha a sua própria equipe de serventes e operários que ajudavam a erguer os novos prédios na nossa urbe tupiniquim e, como ele vivia no maior porre. Dentre os melhores de serviço de copo e de cruz, Juvenal. Bebedor diuturno.
Bem casado, Juvenal desfilava com uma parceira morena tipo abre alas de escola de samba. Faceira, lábio grosso e sensual, bumbum proeminente, fechava o comércio quando passava. Como Juvenal era um galo valente, a galera só a devorava com os olhos de soslaio...
Morto o gato o rato toma conta. Após uma farra homérica, Juvenal elevou demais a pressão arterial e bateu as botas. Foi para a cidade dos pés juntos. A viúva recorreu ao Tonicão, solicitando providenciar as despesas do enterro, já que o “de cujus” gastava tudo que ganhava. Era um "Bartira"!
Tanto o patrão como o peão morava no alto do Bairro Morrinhos aqui nos Montes Claros, e como a vida por lá é em fraternidade de iguais, Tonicão, esperto, fez uma lista para angariar fundos para as despesas do enterro.
Arrecadou três vezes mais de que precisava, já que o caixão encomendado na funerária de Leonel Beirão fora do tipo popular. Pano roxo e madeira extraída de caixote, o dito caixão mixuruca. De quinta categoria.
O restante do capital empregou em uma homérica farra no barracão do falecido, durante o memorável velório. Muita comida, muita cachaça e muita cerveja, enquanto a alma do morto vagava nos Hades dantescos. O pandeiro correu solto, o cavaquinho chorou e logo um puto samba de fundo de quintal irrompeu na madrugada!
A viúva, corpão sarado, vestido coladinho, bumbum balançando que nem gelatina, toda vez que curvava pra beijar o rosto do falecido soluçava, fazendo tremer a sua apetitosa nave morena.
Já que o banquete era no maior 0800 tava todo mundo de cara cheia, o pandu arrastando no chão, quando um gostosão do pedaço, que vibrava de tesão pela morena, cheio de gás chegou de “com força” e foi logo passando a mão nos glúteos da viúva.
Deu o maior rebu! O cunhado do morto, irmão da gostosura cor de canela, um valente do pedaço, gigante de tamanho e de músculos, meteu a mão nas fuças do engraçadinho. O engraçadinho estava acompanhado de colegas de desdita que como ele veio beber e comer de graça. A reação veio à altura.
Ai o pau quebrou na casa de Noca! Logo o delegado de polícia Miguel Abdo chegou com a sua equipe e levou todo mundo em cana. Foram trancafiados na carceragem da rua Doutor Veloso.
O corpo do defunto ficou dependurado no paredão do morro e o engraçadinho cheio de tesão foi de ambulância para Belo Horizonte, onde penou seis meses flertando com a morte dentre leito hospitalar e UTI. Nem Pitanguy deu jeito!
E estamos conversados!
No Bairro Morrinhos é assim, escreveu não leu, o pau come na fuça!
O natural clima de tensão e mistério que envolve um velório atrai o hilário, a gafe e o inusitado. Às vezes uma súbita tesão, ou o comportamento imprevisível e trágico de algum bêbado presente no pedaço desencadeia o maior qüiproquó. No segundo velório postado como comentário, uma gafe rafiné.
Prezados overmanos!
Pessoas há que são naturalmente posudas e tiradas a muito superior e que ante ao trágico se comportam de maneira própria e imprevisível desbaratinando a lógica natural das coisas.
Nem bem começamos o frio mês de julho/2008 último, e a cidade de Montes Claros consternada chorava a morte do artista plástico e músico Hélio Guedes, o “Patão”. Há meses que se encontrava em convalescença, de insidiosa enfermidade entre seu lar e a Santa Casa. Faleceu aos cinqüenta e nove anos de idade.
A residência de sua família era sede dos Estúdios GG (Godofredo Guedes), além do seu pai, o artista e compositor Godofredo Guedes (pai do cantor Beto Guedes), ali trabalhavam, ele Patão e Zeca seu irmão, pintor e mestre em aeromodelismo. A casa e o estúdio eram passagem obrigatória a todos os visitantes que afluíam à nossa cidade em busca de um bom quadro pintado sobre tela.
Os amigos e conhecidos não pouparam esforços, visitando-o continuamente, levando-lhe solidariedade, apoio moral, psicológico e religioso ao artista, também oriundo de uma família cristã de músicos, luthiers, pintores, cantores e compositores. Lá se reuniam artistas em geral, marchands e aficionados de aeromodelismo.
Com a notícia do falecimento de Patão, os companheiros e conhecidos do artista e da família dirigiram-se ao seu velório, conforme costume geral da nossa urbe supostamente acontecido na área de velórios da Santa Casa local. Localizada na rua Irmã Beata, centro, onde, também, se velava uma senhora da sociedade, falecida no mesmo dia.
Como os que lá se encontravam eram, na sua maioria os mesmos que por força do conhecimento participariam (o de Patão e da senhora da sociedade) foram chegando, com a característica entrada na sala do velório lançando a olhadinha medrosa e, em seguida, agasalhando-se pelos bancos dos corredores, no jardim do pátio e no caramanchão.
À bem da verdade, a família Guedes inconseqüentemente havia transferido o velório de Patão para o salão nobre do Centro Cultural Hermes de Paula, na Praça da Matriz, (se esquecendo de anunciar o fato pela mídia) onde o artista houvera feito várias exposições de suas telas.
Marise Nunes e o seu marido, o cantor Heitor Nunes estava presentes entre os que participavam do duplo velório. Após a manjada entrada no salão do velório, tomaram acomodações no caramanchão, onde se encontravam muitos artistas e músicos conhecidos.
Heitor iniciou a conversação com os presentes dizendo coloquialmente que o corpo de Patão estava com a aparência muito alterada (ao seu enganoso ver). Outros presentes concordaram e alguns chegaram a atribuir a (a suposta) expressiva alteração, ao tempo de convalescença do de cujus pouco antes do falecimento.
Marise abriu comentário adicional em que dava conta do batom muito vermelho passado na boca do falecido (confundiram a senhora velada com Patão). Logo se formou um grupo que defendia a validade do artista estar usando batom vermelho-carmesim.
Um artista presente comentou ser até normal, pois se tratava do enterro de um artista excêntrico e que deveria ter feito tal pedido em vida. Logo chegaram mais conhecidos vindos da sala do velório (trocado) e falavam textualmente: Virgem Santa! Como é que Patão ficou feio depois de morto.
Outro que participava da rodinha falou: feio e com batom vermelho na boca! Estupefato, ante aquela possibilidade vir a lhe ocorrer Heitor fez a sua esposa Marise Nunes jurar que não passaria batom nele quando chegasse a sua hora de ir para o andar de cima.
No debate, foi condenado por alguns o uso do batom, do ruge, pós de arroz e máscara facial. Segundo esses observadores essa prática não era apropriada para defuntos masculinos. O debate tomou corpo ficando o grupo dividido em duas facções.
Logo a roda foi aumentando e outros mais contavam sobre as excentricidades de Patão quando vivo, das suas posições reacionárias, como um sempre contestador de sistemas, de governos. Um observador que estava no velório certo (da senhora da sociedade) descobriu o mico que estava sendo cometido e informou à galera que o velório de Patão estava transcorrendo no Centro Cultural.
Ai caiu à ficha e a turma, acabrunhada, foi para casa e muitos não marcaram presença, como deviam, ao velório certo!
Morto o gato o rato toma conta.. É isto mesmo. Aliás, o relato como um todo, com defunto e tudo, ´
é instigante e intrigante. Abraço!
Estou em edição:
http://www.overmundo.com.br/banco/poemas-de-amor-nao-sao-sempre-ridiculos
Brida! Obrigado pela pasagem no postado. Parece que o pessoal de overmundo viajou paa a praia. Sumiu a galera! Quem dera esse postado não fique na gaveta por falta de votante! Um beijo!
raphaelreys · Montes Claros, MG 18/4/2009 14:36
Isabel Furini! ( EM EDIÇÃO)
Obrigado pela edição. Bem pensando ficaria melhor mesmo cada um texto sepradamente. Obrigado!
Raphael ,
vc é um ótimo contador de histórias
mas este velório foi demais ( pra ningém botar defeito)
e bem pode ter acontecido ou acontecer..
Quanto ao outro...
dá para ser ver que depois de morto ( com baton ou sem baton)
é facil nos confundir, pois não somos mais o mesmo, e o cadáver
esta mais manso que um jumento.
( deixe que fale, que digam e que pensem... eu não estou fazendo nada... )
bjs
Oie!!!
Sabe que adoro suas historias. Vc sempre me faz refletir.
Não sou daquelas que fala muito. E nem queira me ver falando muito, mas vc tem um dom particular de escrever e adoro isso.
Belo e perfeito texto. Bewijuss
Olá, Raphael! Dois bons textos (o "titular" e o "reserva"). Parabéns!
Aguardando votação e os próximos textos.
Olá Raphael,
Li, como sempre, saboreando o delicioso sabor dos teus textos.
Os dois são muito bons.
A respeito dos velórios o que os visitantes, infelizmente desconhecem, é que o espírito do defunto, muitas vezes ainda não desligado fluidicamente do corpo (o que pode ocorrer só na hora do fechamento do cãixão), presente, ouve todos os comentários (geralmente maldosos) a seu respeito, cada cena invocada pelos presentes é imediatamente revivida na sua mente espiritual [, levando-o muitas vezes ao desconforto e ao sofrimento.
Um grande abraço.
Parabéns pelo texto. Um velório com todos os ingredientes.
abçs
Muito legal. Apesar de trágico todo velório tem um lado cômico.
Na minha família já aconteceram "causos" hilários.
Bom este seu tá supimpa!Bjos
Raphael, muito boa essa conversa! o pau quebrou na casa de Noca, com muito requinte e desfecho, rapaz! Muito boa! Parabéns! Bjs.
poesiabrindada · Rio de Janeiro, RJ 19/4/2009 00:45
Doroni! Bem dito essa de “mais manso do que jumento! Obrigado pela sua presença no velório!
Ilia! Obrigado! Seus beijos me deixam tonto.
Agenor! O ‘ de cujus” padece em manter a percepção ainda ligada na terra. O ruim é quando é catalepsia e o bruto levanta!
Lauro Winck! Obrigado pela passagem no velório do Juvenal!
Malufreitas! Aproveite e nos conte o “causo”. Obrigado pela passagem nesse feriado longo! Um beijo.
Poesiabrindada! Axé pela sua presença e apoio ao postado. Volte sempre! Um abraço.
Marcelo ShaytaraLira! Boa a sua energia caro overmano! Feliz fim de semana.
No final das contas viúva "passa sempre por este constrangimento", no que dizem as más línguas "muito desejado por elas mesmas".
E agora qual dos dois. Na hora do voto vai ser duro.
abraço
andre
Uma história bem humorada. Beleza mesmo. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 19/4/2009 07:34
kkkkkkkkkkk....Raphinha,essa foi demais!!Os ratos tenataram mesmo fazer a festa, mas se ferraram...rsrs...
Adorei a linguagem,Rapha,escancarada,solta...uma delícia de ler!Me senti lá ,nesse lugar, como se tivesse vendo e ouvindo tudo!Muito real sua narrativa!!!
Parabéns,queridão,vc sempre genial!!!
bluebeijokas e ótimo domingooo!!
Blue
Ahhh...adorei a imegem!Perfeita para o texto!!!!!
bluebjkas
Blue
kkkkkk....adorei esses velórios....são muito divertidos os acontecidos nos velórios daí....kkkk
Até imagino Raphael num canto só observando...na sutileza...pra depois contar tudinho pra gente aqui no Over....kkkkkkk
Ha...nada contra o baton vermelho....acho que tinha alguem com inveja entre os vivos...rs
Que delícia, Raphael. Presenciei um velório numa remota cidade do interior baiano, Potiraguá, que em muito se parece com esse qu você narra... Beijo.
Pois é, meu caro Rafael, acontece cada uma!
Certa vez, presenciei um inoportuno comentário a respeito do morto, e feito para a viúva.
Parabéns por sua brilhante narrativa.
Abraços
"Quando o rato sai o gato faz a festa",bjs.
Claudia Almeida · Niterói, RJ 19/4/2009 13:40
André Pêssego! Na hora de cantar a viúva tem que ter descrição. É que nessa viúva boazuda o cara tava de cara cheia e se deu mal.
Graça Grauna! Obrigado pela sua passagem no velório minha cara!
Raiblue! Esse lugar engraçado acontece cada coisa. Fica no alto do morrote perto de onde moro. Lá dá coisas de que até Deus duvida!
Rosane! Recentemente escrevi vinte e cinco histórias dessas ocorridas aqui na minha vizinhança. Um beijo!
Brida! Conte-nos em detalhes o velório minha cara! Assisti um em Guananbí em que a defunta (uma minha tia-avó) levantou no meio do velório. Tem gente correndo até hoje. Só a minha mãe que corajosa ficou na sala e aparou o cavaco!
Pedro Monteiro! Assisti um na sua Teresina em que o morto acordou de um ataque cataléptico!
Claudinha! Nada como uma viúva boazuda!
CONFUSÃO no VELÓRIO (extratos, pertinente com esse causo...)
Pouco antes do pôr-do-sol
Eu vesti um novo terno
Porque estava imbuído
De sentimento fraterno,
Fui visitar a vizinha
Que viúva ficado tinha
Naquela tarde de inverno.
À viúva fui dar conforto
Em um aposento ao lado,
Ela me abraçou chorando
Num soluço entrecortado,
Com ar de entristecida,
Falou-me de sua vida
Que até me deixou chocado:
- Meu marido era um safado,
Ainda bem que morreu,
Porque agora estou livre
Para ser somente eu;
Ele com seu novo terno,
Que vá abraçar no inferno
A esposa de Asmodeu.
Não sabe o que perdeu,
Deixando-me viúva nova,
Mas enquanto ele estiver
Apodrecendo na cova,
Para você, meu vizinho,
Eu darei todo carinho
Que só com amor se prova.
Digo mais: O meu marido
Era um sujeito malvado,
Todo o seu romantismo
Há muito tinha acabado;
Onde é que já se viu
Aquele baita pavio
Ficar sempre apagado?
Nunca fui mulher fingida,
A verdade eu lhe digo,
Sei que aqui não fica bem,
Mas calar eu não consigo;
Falo, afirmo e insisto
Que só estou contando isto
Por você ser meu amigo.
Ela falava comigo
Em um quartinho ao lado,
De repente aquele povo
Estava alvoroçado,
Fui ver o que acontecia
E o morto vivo eu via,
Como que ressuscitado.
Esse cabra desgraçado
Nem para morrer prestava,
Contraiu uma doença
Do tipo que não matava,
É a tal catalepsia,
Sofreu uma paralisia
Que uma morte aparentava.
Foi uma cena engraçada
O que ocorreu no salão,
Aquela gentalha toda
Fugindo na confusão,
Um no outro tropeçava,
Mulherio desmaiava
Se estatelando no chão.
Saído de seu caixão,
O defunto estava em pé,
Morrera e ressuscitara
Porque tinha muita fé,
E disse ainda: - Eu ouvi
O que foi falado aqui
Sobre mim o que não é.
Depois disso eu vou até
Agarrar um traidor
Que finge ser meu amigo
E por mim não tem amor;
Ele trouxe e vai levar,
De volta irá carregar
Uma coroa de flor.
Senti um grande pavor,
Entretanto disfarçava
Do meio do povaréu
E de olho nele estava;
Com bastante sutileza,
Tive logo a certeza
Que de mim ele falava.
Perguntou onde se achava
A sua esposa tão bela,
Foi abrindo uma gaveta
E tirou de dentro dela
Um enorme garruchão,
Eu saltei sobre o caixão
E pulei pela janela.
Dei meu adeus para ela
Com um aceno de mão,
Risquei o macho na espora
E sumi no estradão;
Na primeira encruzilhada,
Disse um prece apressada,
Pedindo a Deus perdão.
Boa volta meu irmão!
Eu fui capaz de dizer;
Para mim você não passa
De um desmancha-prazer,
Eu não vou levar saudade,
Só volto a esta cidade,
Se um dia você morrer.
...
autor: Benedito G.da Costa
Mas bah, isso até parece velório de fronteira, claro que ao invés do pagode teríamos um gaiteiro... e a cordeona gemeria madrugada à dentro e se lascassem a mão na morena viúvia, ia virar em peleia de facão... e o bonitão ia levar um talho daqueles que emenda o beiço na orelha... avise-me para votar! Um abraço.
andré diefenbach · Santa Maria, RS 19/4/2009 16:06
Você,
Como sempre é maravilhoso!
Parabéns!
Caríssimo Raphael,
Esse é um velório prá ninguém botar defeito.
Voltarei no voto.
Um abraço.
Arimatéia.
Olá Rapha!
Que conto! Esse velorio deu o que falar!
Gostei.
E voltarei..
Com carinho,
Patty
srsrssrsssrr
muito bom to rindo até agora ..............votado e vou ler de novo
rsrrssrrsrr
Velórios ao norte de Minas e na Bahia são coisas diferentes e sensacionais... :)
Juscelino Mendes · Campinas, SP 19/4/2009 23:54
Raphael,
Resistir a uma viúva com todos esses atributos, até mesmo estando sóbrio é realmente muito difícil, ainda mais quando sabemos que viúva é igual lenha verde, demora um pouco, mas arde em brasas...
Abraços
Rsrsrs
só vc messssssmo.
coisas da vida.........de morte. aff!
bjssssss;)
Zeca Avelar! Bela roupagem poética. Acertou como uma luva para vestir o velório do Juvenal e a sua viúva! Parabéns pela inspiração e obrigado por enriquecer o postado! Um abraço!
André Diefenbach! Beleza a sua participação no postado. Tal ‘peleia de facão’ do seu Rio Grande no Piauí é chamada de “pano de facão”. Seria uma beleza detalho mesmo! Um forte abraço mineiro!
Carlos Ventura! Obrigado pela energia! Um amplexo!
Arimatéia Macedo!Aguardo o seu retorno ao velório do coitado do Juvenal!
Menina Flor! Sua presença alegra o velório do Juvenal! Um beijão curraleiro!
Vanderlei Rodrigues Alves! Obrigado pela gaitada de humor. Axé!
Juscelino Mendes! O Norte Mineiro é chamado de baianeiro!
Vives!Sua volta será aguardada! Um beijo!
Falcão!Obrigado pelos abraços e pela sempre presença!
Claudia! Minha flor blonde! Seus beijos me arrepiam!
Abrindo sua votação com louvores pela bela descrição de um velório inusitado!
abçs
bom dia Raphael!
Poxa! Depois de um tempinho ausente daqui, volto hoje, e pra minha alegriavenho ler-te... menino, mastiguei, degustei, bebi a cachaça do defunto e me embriaguei de tto rir... vc é inigualável como contador de histórias, e esses hilários velorios... instigantes demais é td de bom. Vai que a moda pega, usar um batonzão depois de morto!
Muito bommmmmmmm!
meu abç!
rsrs...não dá pra não achar graça nessas confusões deos teus velórios!
Rosane Mergener · Mauá, SP 20/4/2009 12:52
Rafha
Como sempre um texto impecável e uma hustória hilariante, cujo morto diante de tanta algazarra deve ter ficado com a alma a sorrir. Quem pode dizer que não?
Magnifico, parceiro
Noélio
Olá Raphael,
Retornando e votando com prazer!
Sucesso!
Com carinho,
Patty
pitoresco !
puta fordunço isso sim...rsrsrs
abs
Lauro Winck! Obrigado pelo incedntivo meu caro overmano!
Doroni! Um monte de beijos para você!
Raiblue! Se algum dia tiver que morrer que seja em teus braços!
Diná! Essa moda de batopm tá pegando com borra! Um beijão!
Poesiablindada! Obrigado pelo voto e pelo apoio!
Roberto Costa Um axé pelo seu retorno!
Rosane Mergener!! Um amplexo e dois ósculkos para você!
Noélio Melo! Sempre alegre e em tom positivo! Obrigado pela energia!
Patty! Mega beijo e maxi abraço para voc}ê!
Joe Brasduca! E bota fundunço nisso meu caro!
Falcão! Um abraço de tamanduá para voce!
Aldy Carvalho! Obrigado pelo retorno! Um forte abraço!
Círios acesos pra Juvenal, rs
bjus
Não poderia mesmo deixar de voltar para tributar a Juvenal o ultimo Adeus.
abraços, Rapha
andre
Rapha, mais um belo causo bem contado, parabens
abraços
Booommm Diaaa menino raphaelreys!
Voltei para Votar... (desculpa o atraZo, pois que estou me recuperando de um leve "deliquio")...
abraSSos Fra_e_Ternos,
ZecaFeliz
gaDs!
Cintia Thome! A alma do coitado deve ter presenciado tudo. Vamos rezar para a mesma!
Andre Pessego! Um último adeus aquele que deixou uma viuva do bumbum grande!
Victor! Abraços curraleiros meu caro!
Vanderlei Rodrigues! Obrigado pelo voto! Um abraço.
Zeca Avelar! Ondas de saude e bem estar para o overmano!
estas histórias do universo cotidiano
são muito picarescas. imagino que montes claros
é a órfã maior da monotonia.
afinal, com estes causos,
vc pinta muito bem a sua cidade.
Sua narrativa como sempre, impecável.
E pobre do pecador, Coitado! Nem Pitanguy dava jeito?
abçs.
Olá Rapha!
Bela e muito bem humorada narrativa.
Beijos_Meus*
*
Jucelino Mendes! Obrigado pelo retorno! Um abraço.
Jessebar! Obrigado pela presença e pela sintonia! Um abração!
Wancisco Franco! Ficou parecendo um bicho!
Lili-Beth! Até que enfim retornas aos postados de overmundo! Um longo e tenebroso beijo!
raphaelreys · Montes Claros (MG
O VELÓRIO DE JUVENAL
Uma História gostosíssima de ler.
Só na leitura a gente vive junto a imensidão do acontecimento e, até lamenta não ter tido um final feliz, pra gente ver o pessoal sentindo a dor da perda, mas também continuar a vida e construir a felicidade.
Mesmo assim foi Nota 10.
Parabéns.
Abração Amigo
Gato morto ratos atacam...
Adoro suas historias...Mas ainda não conhecemos suas poesias que tenho certeza ser de primeira
Quando vamos ter esse prazer?
Um beijo
“... soluçava, fazendo tremer a sua apetitosa nave morena.”
Mestre Raphael. Suas estórias cativam, e nelas as palavras parecem surgir tão fáceis, como água cristalina viajando córrego abaixo, nos brindando com leitura tão apetitosa quanto a “prendada” viúva!
Porém, ao contrário da água insípida, são causos temperados com humor e acuidade psicológica. Mestre Raphael narra fazendo história e registrando costumes e tradições com tal riqueza de detalhes, que causaria inveja ao mais capacitado historiador.
E como afirmou, com muito acerto, a Rosane Mergener:
"Até imagino Raphael num canto só observando... na sutileza... pra depois contar tudinho pra gente aqui no Over.... kkkkkk"
Onivaldo Paiva! Estavas sunido meu caro overmano! Obrigado pelo incentivo, tão necessário ao meu aprendizado como cronista dos costumes e do cotidiano. Alguém chegou a dizer que a realidade imita a ficção. Fico no canto, só na treita sacando tudo e depois faço a crônica para o over! Um abraço!
raphaelreys · Montes Claros, MG 21/4/2009 19:04Ailuj! Você está explêndia na foto! Se quizer farei uma poesia para você. Fiz uma para Raiblue. A ninfa azul, filha da lua e da Bahia de Todos os Santos.
raphaelreys · Montes Claros, MG 21/4/2009 19:07
Xiiii... o 'causo' é de fato interessante, tão inusitado que não me vem a memória agora nada que possa contar semelhante ;))...Ahhh...meu irmão que mora no interior, e tem costume de acompanhar esses velórios regados à pinga, me contou certa vez que viu o fantasma do 'velado' e foi embora assustado para casa... histórias do interior não é? Ótima narração a sua.
COMO SEMPRE OTIMO TE LER,SAUDADES...
BEIJOSSSSSSSSSSSSSS
Ilamar al pan! Também ja ví a alma de um "de cujus" quase que vertí mijo pernas abaixo. Depois me acostumei!
Maxxima! Estava com saudades. Bem que voltas ao nosso meio! Um beijo!
Claudinha! Obrigado pelo beijo minha garota de Jupiter!
Muito bom, repleto de detalhes seu conto. Ès um exímio observador e porque não dizer também excelente contador de estórias. Parabéns! Bjs.
Daniele Boechat · Rio de Janeiro, RJ 22/4/2009 21:38Daniele Boechat! Obrigado pelo incentivo minha cara overmina! Um longo beijo!
raphaelreys · Montes Claros, MG 23/4/2009 08:43
Votei, Raphael. Muito bom e hilário o seu conto. Já presencie
mtas coisas engraçadas em velórios... Eu tenho uma ótima para contar, quem sabe ainda conto...
Boa sorte! Beijos
Greta Marcon! Aguardaremos o seu conto de velório minha cara overmina! Um beijo!
Camucelli! Quando ver o próximo se aproxime e observe os presépios!
Pelo visto e pelos comentários a presença dos overmanos em seu conto ganha em presença dos visitantes nos dois velórios.
Uma observação em detalhes e bem analista feita por você
gostei e votei
mochiaro (rj)
Mochiaro! Obrigado pelo incentivo meu caroovermano! Um forte amplexo!
raphaelreys · Montes Claros, MG 28/4/2009 10:33Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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