O VENTRE
Sempre quis homenagear o ventre em poesia...
Cantá-lo inteiro em sua plenitude de mistério e magia
Razão para tanto houve e sempre haveria...
Há sempre um rebento iluminando a noite ou o dia...
Eu nasci a noite, minha irmã de manhãzinha
Tão rechonchudinha minha traquininha
Que ilumina o terreiro e toda cercania
Queria cantar o ventre
Por que o vento polinizou uma semente
E dela nasceu minha Sofia
Que seja um canto intermitente
Estridente, para que o ouça toda gente
Para que saibam que renasceu nela minha poesia
Viva minha insofismável
Viva o ventre
Viva a poesia
Viva para sempre minha Sofia.
Desarmado voce é bem melhor!!!
Lindo poema, Wagner!!!
Poxa Castilho, como assim:desarmado? Eu vivo de bom humor, o que não gosto é de coleguismo, mas é bobeira mesmo meu tom meio agressivo, se for isso, tens razão. O que não concordo também Castilho, é o fato de só se elegiar. Assim fica parecendo quando vc mostra algo para um amigo e ele simplesmente diz "tá bom". Ando meio na defensiva, por quer aí não desando em passos tortos, mas não posso deixar de criticar e ser criticado, o que não gosto é de ser posto a prova, como se o que escrevesse não fosse meu, pois é.
A. Wagner Oliveira · Cuiabá, MT 13/11/2006 17:51Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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