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Olhar interno... Uma dose coerente de Narcisismo.

jbconrado.
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ayruman · Cuiabá, MT
3/12/2009 · 13 · 19
 

Olhar interno... Uma dose coerente de Narcisismo.

Nascemos da Luz e à Luz,
um dia ainda voltaremos.
Por mais contraditório que isto pareça.
Somos sagrados apesar de profanos.
É no limiar da penumbra,
na Luz que penetra as sombras,
onde tudo pode acontecer.
Onde nosso sonambulismo desvanece,
e nossa consciência desperta de um longo sono.
O caminho está apenas começando.



No reino de Téspias, vivia a bela Leríope, uma das ninfas da deusa Afrodite. Um dia, passeando pelos bosques que contornavam a cidade, Leríope foi perseguida por Eros, que apaixonou-se por sua beleza. Leríope, porém, seguindo os conselhos de sua deusa, negou o amor a Eros. Todas as ninfas da Grécia sabiam o perigo que seria se amassem Eros.
O deus flamejante de paixão tornava-se violento como as chamas de uma grande tocha. Por isso Leríope, que amava a própria vida, negou o amor que o jovem deus lhe oferecera.

Eros, vingativo, setou a ninfa enquanto ela se banhava nas água do rio Cefiso. Leríope não conteve seu desejo e mergulhou no rio. Durante duas noites Leríope banhou-se no rio Cefiso. Sua paixão pela divindade das águas ensurdeceu-a a ponto de desprezar a ajuda de Afrodite. A deusa do amor e da beleza, enfurecida com a atitude de Leríope, abandonou-a à própria sorte e destino.

Desta união nasceu Narciso, uma criança de tamanha beleza, que a mãe acreditando tratar-se ser um exemplo vivo do descomedimento tinha medo de que os deuses se ofendessem com tanta beleza, principalmente a deusa da beleza, Afrodite.
Assim, temendo por seu filho, consulta o Oráculo em Delfos. O vidente Tirésias foi quem anunciou a Leríope o destino de Narciso: “Ele viverá até longa idade, desde que nunca conheça a si próprio”.

Não era difícil que as pessoas se apaixonassem por Narciso; ainda criança, e depois aos dezesseis anos, ia semeando pelo caminho corações destroçados de admiradores de ambos os sexos, a quem rejeitava cruelmente, de tão orgulhoso que era da sua própria beleza.
O belo Narciso preferia viver só e este desprezo que devotava às jovens foi justamente a causa de sua perdição.

Havia uma bela ninfa, amante dos bosques e dos montes, Eco, companheira favorita de Diana, a deusa caçadora. A bela ninfa tinha, porém um grande defeito: falava demais, e tinha por costume dar sempre a última palavra em qualquer conversa da qual participava.

Conta a mitologia que um dia, Hera, desconfiada (e com razão) de que seu marido Zeus estava divertindo-se com as ninfas, saiu à sua procura. Enquanto as amigas se escondiam da irada deusa, Eco usou sua conversa para entretê-la, liberando assim Zeus do confronto com furiosa e ciumenta deusa. Hera, a defensora dos amores legítimos, percebendo a artimanha de Eco, condenou-a a não mais dizer uma única palavra por iniciativa própria; repetiria tão-somente os últimos sons das palavras que ouvisse.

Nesta mesma ocasião, sem nada poder dizer, Eco fora procurada por Eros e como não lhe respondesse nada de significativo, foi castigada, quando olhava para o jovem Narciso, num dia em que ele saíra para caçar no bosque próximo de seu reino. Mais uma demonstração do caráter vingativo e egoísta era Eros.

Assim, passeava a ninfa por um bosque certo dia, quando viu Narciso que não suportando mais tantos assédios vivia pelos bosques a caçar. Como era belo o jovem!... E como era forte a paixão que a dominou! Eco começou a seguiu-lhe os passos furtivamente e quis dirigir-lhe a palavra, ansiosa por expressar seus sentimentos, mesmo sabendo que seria incapaz de dizer a primeira palavra.

Narciso percebeu que tinha se afastado dos companheiros. Distraída pelos seus próprios pensamentos, Eco não percebeu que o jovem se aproximava e tentou esconder-se rapidamente. Entretanto, Narciso ouviu o barulho e caminhou em sua direção gritando:
Hei, há alguém por aí?- Aí! - respondeu Eco.
Narciso olhou à sua volta e não viu ninguém. Queria saber quem se escondera dele, e a quem pertencia tão bonita voz.

Quem está ai? Quem é? Aproxima-te.
Aproxima-te.
Por que te escondes de mim?-
Escondes de mim.
Não era melhor aproximarmo-nos?
Aproximarmo-nos. - repetiu Eco, saindo toda feliz do seu esconderijo e indo de encontro ao Narciso.
Mas quando este a viu, repeliu-a brutalmente e pôs-se a correr.
Seria louco se te deixasses estar comigo! - exclamou ele, enquanto principiava a fugir.
Estar comigo! - repetia Eco, suplicante.

Foi terrível o que se passou a seguir. Narciso partira, sem sequer ouvi-la. A ninfa, envergonhada, correu para se esconder nos bosques. Daquele dia em diante, Eco passou a viver nas cavernas entre os rochedos das montanhas. O desgosto e o sofrimento desta paixão levaram-na a evitar o contato com os outros seres, e a não se alimentar mais. Com o pesar, seu corpo foi definhando, até que suas carnes desapareceram por completo. Seus ossos se transformaram em rocha. Nada restou, além da sua voz. Eco, porém, continuou a responder a todos que a chamavam, e conservou seu costume de dizer sempre a última palavra.

Entretanto, o sofrimento da ninfa não foi em vão, pois de sua morada Nêmesis viu tudo o que se passou e, como punição, condenou Narciso a um triste fim, que não demorou muito a ocorrer. Havia, não muito longe dali, uma fonte clara, de águas como prata, linda, cercada de uma relva viçosa, e abrigada do sol por rochedos.

Narciso, fatigado da caça, ali chegou um dia sentindo muito calor e muita sede. Debruçou-se sobre a fonte para banhar-se e viu, surpreso, uma bela figura que o olhava de dentro da fonte. "Com certeza é algum espírito das águas que habita esta fonte. E como é belo!", disse, admirando os olhos brilhantes, os cabelos anelados como os de Apolo, o rosto oval e o pescoço de marfim do ser. Apaixonou-se pelo aspecto saudável e pela beleza daquele ser que, de dentro da fonte, retribuía o seu olhar.

Não podia mais se conter. Baixou o rosto para beijar o ser, e enfiou os braços na fonte para abraçá-lo. Porém, ao contato de seus braços com a água da fonte, o ser sumiu para voltar depois de alguns instantes, tão belo quanto antes.
Porque me desprezas, bela criatura? E por que foges ao meu contato? Meu rosto não deve causar-te repulsa, pois as ninfas me amam, e tu mesmo não me olhas com indiferença. Quando sorrio, também tu sorris, e responde com acenos aos meus acenos. Mas quando estendo os braços, fazes o mesmo para então sumires ao meu contato.

Suas lágrimas caíram na água, turvando a imagem. E, ao vê-la partir, Narciso exclamou: Fica, peço-te, fica! Se não posso tocar-te, deixe-me pelo menos admirar-te. Assim Narciso perdeu-se em sua paixão flamejante e ficou por dias a admirar sua própria imagem na fonte; esquecido de alimento e de água, seu corpo foi definhando. As cores e o vigor deixaram seu corpo.

Eco, embora tivesse perdoado a Narciso, sofria com ele; nela ecoava a sua voz " Ai!...Ai!...", quando ele enterrava no peito um punhal, suas palavras finais foram: "Oh, meu jovem, meu inutilmente bem-amado, adeus! " Assim o jovem morreu.
As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado.

No lugar onde faleceu, entretanto, as ninfas encontraram apenas uma flor roxa, rodeada de folhas brancas. E, em memória do jovem Narciso, aquela flor passou a ser conhecida pelo seu nome.
Dizem ainda, que quando a sombra de Narciso atravessou o rio Estige, em direção ao Hades, ainda numa última esperança, buscava incessantemente ver a imagem de seu amado debruçando-se sobre as águas do rio para contemplar sua figura refletida nas águas.(Internet- http://www.flori.hpg.ig.com.br/narciso.htm).


Narciso morreu encantado com sua própria imagem. Paixão incontida e cega que o impediu de diferenciar e perceber o seu Eu em relação aos Outros. Sintoma grave que em nossos dias, apresentando uma nova embalagem, assola grande parte da humanidade. Nascemos, crescemos e somos quase sempre, sobre a ótica do poder estabelecido, educados para uma visão exclusivamente individualista, voltada para nosso umbigo.

Competir, levar vantagem em tudo, consumir por reflexos condicionados, ter sempre mais e mais, delimitar espaços físicos, psíquicos e espirituais; suprimindo os valores essenciais da alma humana tais como; ética, moral, cidadania, justiça social, honestidade, amizade. Lamentavelmente são os valores distorcidos que mais predominam em nossa sociedade compulsiva, pasteurizada e sem identidade própria.

Narciso nasceu escravo de sua própria beleza. Trágico destino. Capricho dos Deuses. O vidente Tirésias foi quem anunciou a Leríope, sua mãe, o destino de Narciso: “Ele viverá até longa idade, desde que nunca conheça a si próprio”. Sentença cruel e fatal que insiste hoje em ameaçar grande parte de nós, pobres mortais; ainda que por outros motivos. O belo jovem envolvido que estava com sua própria beleza, não percebia nada à sua frente a não ser sua deslumbrante imagem.

O orgulho e o desprezo tomaram conta de sua alma e fatalmente o levou à sua autodestruição. Hoje, com certeza os Deuses que interferem em nossos destinos e impedem que nos conheçamos a nós mesmos, apresentam uma nova roupagem. Provavelmente muito diferenciados daqueles que no passar das eras mitológicas foram ofuscados pelo o advento de nosso mundo tecnológico, virtual e informatizado.

Hoje somos vítimas de uma tecnologia extremamente sofisticada conduzida por uma elite social de primeiro mundo que condiciona o Planeta Terra a uma pequena e frágil aldeia global.

Revendo o mito de Narciso, podemos do mesmo tirar algum proveito para nossa atual realidade. Deixar-se envolver pelo o que o mundo externo nos oferece é imprescindível, porém é preciso cautela. Uma dose de “Narcisismo equilibrado” na vida anímica de cada pessoa é de extrema importância. Principalmente quando este narcisismo se expressa em atitudes positivas de autoestima, que traduzem o lado pleno das qualidades humanas.

Olhar para dentro de nós mesmos, olhar consciente que supera nossos limites e sonda nossas potencialidades. Olhar interno, autocrítico que nos dá impulso para uma justa relação de harmonia e equilíbrio com a realidade externa.

Conhecer, aprender e amar o mundo lá fora, exige como pré-requisito uma sadia relação de aprendizagens e descobertas com nossas dimensões internas, nossa ecologia interior.


Jbconrado*

Sobre a obra

Texto da monografia "Olhar Multidimencional” apresentada como requisito parcial para obtenção do Grau de Especialista em Arteterapia em Educaçõa e Saúde.

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Autoria
jbconrado
Ficha técnica
Jbconrado é Arte Educador, pós-graduado em Arteterapia, Artista Plástico e Gráfico... Escreve quando o Universo requisita e o Coração ameaça sair do peito.
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azuirfilho
 

ayruman · Chapada dos Guimarães (MT)
Olhar interno... Uma dose coerente de Narcisismo.

Muito belo, Gracioso, profundo e Erudito.
Um Trabalho admirável.
Merece toda exaltação pelo capricho e Utlidade na Formação da nossa gente ampliando os Horizontes.
Meior orgulho estar presente e poder elogiar com carinho o tamanho merecimento e dignidade.
Parabéns.
Abração Amigo.

azuirfilho · Campinas, SP 1/12/2009 15:03
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nina poeta
 

este olhar intenso a percepção do Todo a disposição para ir junto e "ajuntar-se" é própria dos bem vistosos, assim como você poetAmigo de linhagem bela!! Uma honra eu tenho de conhecê-lo!
beijos poéticos de Nina.

nina poeta · Rio de Janeiro, RJ 1/12/2009 19:23
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Rose Rocha
 

Teu olhar capta a luz do amor de maneira especial e compartilhas como ninguém, em seus raios poéticos. Um belíssimo trabalho! Nos coloca dentro da realidade e arranca de nós a verdade que antes empoeirada pelas mascaras da indiferença, talvez, não nos permitia crescer e viver melhor nossa humanidade.
Tuas palavras são o teu espelho p/ mim. A cada dia que passa o admiro mais. Um abraço. Rose

Rose Rocha · Jundiaí, SP 2/12/2009 11:11
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Cezar Ubaldo
 

Meu car,o aprofundar-se no conhecimento nos leva a uma dimensão sempre mais elevada,principalmente quando mente,coração e o espirito que nos envolve nos leva sempre a refletir,até mesmo sobre o que há de miti,mas que se traduz em realidade na vida de muitos.Belo.Parabéns e agradecido pelos votos de Boas festas que retribuo,desejando muita luz,harmonia e muito mais essência na sua vida e dos seus.Abraço afetuoso,amigo.

Cezar Ubaldo · Feira de Santana, BA 2/12/2009 17:05
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kfarias
 

Bravo!! BRAVÍSSIMO!!!!

Agardeço de coração seus votos de feliz natal e ano novo e retribuo com o mesmo coração.

abraços amigo,
kfarias.

kfarias · Águas de Lindóia, SP 2/12/2009 19:25
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Jairo de Salinas
 

Que belo trabalho Conrado. Um misto do poeta e pesquisador que existe em vc.
Amigo, este tipo de postagem nos proporciona uma gama de informações, as quais processadas criteriosamente se transformarão em conhecimento.
Parabéns pelo seu interesse, avesso ao narcisismo, em dividir o que é belo conosco.
Um abraço, mestre!

Jairo de Salinas · Salinas da Margarida, BA 2/12/2009 21:15
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Clésio Tapety - Cultura da Paz
 

"Olhar para dentro de nós mesmos, olhar consciente que supera nossos limites e sonda nossas potencialidades. Olhar interno, autocrítico que nos dá impulso para uma justa relação de harmonia e equilíbrio com a realidade externa."
Muito lindo isso, Ayruman. Grato por compartilhar suas visões.
Grande abraço!

Clésio Tapety - Cultura da Paz · São Paulo, SP 2/12/2009 21:26
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joe_brazuca
 

somente isto :

"Competir, levar vantagem em tudo, consumir por reflexos condicionados, ter sempre mais e mais, delimitar espaços físicos, psíquicos e espirituais; suprimindo os valores essenciais da alma humana tais como; ética, moral, cidadania, justiça social, honestidade, amizade. "

ja me bastaria como sua tese...

Explêndido trabalho.Que frutifique aos seus anseios, JB !
( e o quadro/pintura giz de cera é simplesmente...sei lá !...lindo ?...é pouco...)

joe_brazuca · São Paulo, SP 2/12/2009 23:10
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Greta Marcon
 

Uma dose de “Narcisismo equilibrado” na vida anímica de cada pessoa é de extrema importância.
Um maravilhoso trabalho; um grande exemplo para ter uma vida feliz
em harmonia com os nossos semelhantes e com a natureza.
Beijossss

Greta Marcon · Ponte Nova, MG 3/12/2009 00:16
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graça grauna
 

Ayruman - meu querido amigo: conaidero-me privilegiada pela oportunidade de conhecer um pouquinho, aqui no Overmundo,desse universo do qual emana o brlho da sua sabedoria. Paz em Ñanderu, Grauninha

graça grauna · Recife, PE 3/12/2009 11:35
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Marcos Filho
 

belíssima leitura do mito, caro amigo... parabéns e continue assim, compartilhando tão úteis compreensões da realidade e do ser que luta por ser mais humano... abraço!

Marcos Filho · Campo Grande, MS 3/12/2009 17:17
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azuirfilho
 


ayruman · Chapada dos Guimarães (MT)
Olhar interno... Uma dose coerente de Narcisismo.

Um Mito de muita beleza. Uma Interpretação maravilhosa, não tem como não intensamente elogiar.
Ficou perfeito na Luz reinante. Como que inspiração do Dia dse aniversário.
Parabéns pelo Trabalho e pelo Aniversário.
Abração Amigo Sempre.

azuirfilho · Campinas, SP 4/12/2009 14:34
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Jairo de Salinas
 

Votado!
Bom final de semana.

Jairo de Salinas · Salinas da Margarida, BA 4/12/2009 15:23
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Rose Rocha
 

Voto e abraços.

Rose Rocha · Jundiaí, SP 4/12/2009 15:24
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kfarias
 


kfarias · Águas de Lindóia, SP 4/12/2009 18:48
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Jairo de Salinas
 

Votado!!!

Jairo de Salinas · Salinas da Margarida, BA 4/12/2009 21:16
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victorvapf
 

Belo trabalho, votado,

abraços

victorvapf · Belo Horizonte, MG 4/12/2009 21:39
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Greta Marcon
 

Voltando e votando
Beijos

Greta Marcon · Ponte Nova, MG 4/12/2009 22:22
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Sander Machado
 

Muito bacana. O mito, o rito, a passagem. Egologia. Temos que pensar também nisso. Narciso aprovaria.

Com paz,
Sander

Sander Machado · Porto Alegre, RS 8/12/2009 10:49
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