Um céu de pandorgas
As águas salgadas do mar
As balas de aniz, tão gostosas
Calça jeans sem desbotar
Roupa de criança na chuva
Botina de ir trabalhar
Mancha de café na blusa
Um chocolate no bar
Um carro de bombeiros
Sinal que me faz parar
Uma luz em frente ao puteiro
O sangue no corpo a pulsar
É a vida por preservar
Mata que devemos proteger
Árvores que precisamos plantar
Natureza que vamos defender
Bandeira da paz tão sonhada
Roupa de médico e enfermeiro
Ambulância que passa apressada
Sapato de macumbeiro
Um carro de funerária
Gato que nunca dá azar
Vestido que nunca falha
Aquele sapato de casar
A bicicleta do carteiro
Mamão na hora de colher
Pintinho novo no galinheiro
O sol quando vai nascer
O rosto da moça envergonhada
O tom do banheiro feminino
A flor da mulher amada
O palácio do governo argentino
Oie!!!!!!!!!!!!!
Salve salve, voce!
Rangel, que lindo etás em alma neste poema.
Despojado e feliz como uma criança a brincar à beira de seu mundo...
E vc acha que eu não fui ver??? Claro, está a salvo par ler e reler.
Lindo, alegre, lembra criança em todas essa cores.
Adorei, o teu espírito colorido!
Beijos!
Salve, Branca!!!!
Gosto muito de brincar com as cores, inda mais se elas forem imaginárias.
Voce já pensou que os poemas - todos - tem cores?
Assim como as auras humanas ou celestes?
Pense nisso.
Obrigado pelas palavras.
Abraço pantaneiro.
Sim sabia! As palavras, as lebranças, os lugares, sempre vi e pensei nisso. Você tem cor!
Isso é demais, é mágico! Então, por isso também a nossa afinidade, em cores. Eu também ponho cores nos meus escritos, pena que aqui no Over, só fazendo dawnlod. Mas adorei a idía. Vivendo e aprendendo...
Abraços querido poeta e músico, ainda pantaneiro? É demais!
Quem tiver olhos para ver que veja... esta lindeza de poema...
Abçs...
Nydia
Grande Mestre Rangel Castilho.
Um Trabalho Admirável.
Fácil de gostar e também de fazer reflexóes.
Uma viagem apaixonante.
Um Passeio no bosque.
Parabéns pela sua facilidade de empolgar.
Tem um percentual de Mago e Feiticeiro.
Lindo! Fiquei até feliz e senti na alma as cores do arco-iris nos seus versos. Voltei no tempo de infância quando via um arco-íris no céu e ficava imaginando seus mistérios contado pela minha vó Tiná.
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