Há muito há imagens.
Há muito pouco há muitas mais
Antes da pretensa letra universal
A oralidade geral
A imagem gestual.
O grunhido animal
O iletrado grito primal
Da parede da caverna
À parede da memória
De mãe para filha na ciranda
Da roda à placa mãe
Da terra que se move
À imagem que se anima
O que pouco sei é do amor
Nunca desaconteceu
E sempre existiu a dor.
Professor, tenho a impressão ser muito bom, confortante, estimulante essa coisa de superar-se de competir consigo mesmo.
Parabens pelo esforço a chegar a tal síntese.
abraço
andre.
Pouco sabes do amor?
Mas sabes que é o amor!
Deixa ser
...
Saber oculto
...
Re_velado no encontro
...
Beijos_Meus*
*
Não, não, não Lili, há uma outra leitura:
o pouco que sei é do amor que sei, do resto nada sei.
E o sei ainda em desvantagem com a dor, a imensa dor, por mais que sejamos amados e amemos.
Mas confio, persisto, prossigo...
..."O que pouco sei é do amor..."
Tomara que comece logo a votação...parabéns!!Beijos cariocas.
"Há muito há imagens.
Há muito pouco há"
que belo trabalho...
um abraço meu caro adroaldo...
muito prazer em te ler...
samuel
Se amamos, por que há a dor? Se somente amamos...o amor não me livrou de sofrer e nem o sofrimento me fez deixar de amar...
beijos
Meu querido amigo...
Sei que vc sabe do amor,pq os milênios contam muito mais.
Um maravilhoso texto,como tudo o que já tive o privilégio de ler.
Um beijo e seu coração,que tenho certeza ainda nos reserva outras tantas alegrias.
lembra sempre que essa amiga te ama.
Oi Adroaldo querido,
muito tocantes seus versos amigo... profunda compaixão pelos que sofrem o desamor e pelos q nao sabem amenizar a dor e ainda pelos q provocam dores...
Você é um grande conhecedor do amor.
Beijos e votos.
Adroaldo
Há imagens ancestrais gravadas em nossa memória atávica. Amores e dores de gerações, milênios... E as nossas próprias, das quais tão pouco sabemos...
Belíssimo texto.
Abraços
Olá, Adroaldo. Primeira visita. Belo poema. Consciso e rápido pra passar tanta coisa: primeiro verbo, depois a escrita..o grito-urro animal e nós seres falantes e letrados nunca e nada sabemos do amor. Esse deus gaiato que nos diverte, assusta.
Ah, adorei o comentário e nossa "adoração" pelo Bigode.
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