Não é preciso acreditar em mim
Da boca do homem é que sai o mal
A dúvida paira de Assunção a Berlim
E a verdade é um recado final
Não é preciso acreditar na paz
As folhas voam avermelhadas pelo chão
A palavra empenhada é uma bomba fugaz
E a verdade é um grande furacão
Não é preciso acreditar no homem
As razões se desmancham na grande dor
A vaidade é o que lhes consome
E a verdade é um grito de amor
Não é preciso acreditar na palavra
Os lábios nunca param de molhar
A amizade é uma brisa rara
E a verdade é um barco no mar
Não é preciso acreditar no humano
Não é preciso acreditar no que falo eu
Não é preciso acreditar no que somos
Não é preciso acreditar na palavra se não há Deus.
Não é preciso acreditar na palavra
Os lábios nunca param de molhar
A amizade é uma brisa rara
E a verdade é um barco no mar
querido amigo gosto muito dos seu escritos, sempre posso leio com prazer, um forte abraço.
depois eu volto.
Salve, Wilson!
O poeta e a palavra pequena para os sentimentos,
para o que nos sustenta, para o todo equilíbrio do universo...
Obrigado, amigo.
Abraço Pantaneiro.
RANGEL,
Não é preciso acreditar
nas palavras
Os lábios nunca param
De molhar...
Poema que extrai
Verdades escondidas,
Nas profundezas
Da alma...
PARABÉNS!!!
Abraços.
E porque é humano não é preciso deixar de ler versos lindos até o dia que os anjos nos recitarem...
Parabéns, Rangel poeta doce!
Abraços daqui,
Não é preciso, mas é bom quando se sabe que a palavra é pétrea.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 10/12/2008 14:54
Rangel,
belo texto...
em qualquer crença, se não acreditarmos em Deus,
a palavra não tem valor
bjs
Rangel, não é preciso acreditar, mas ainda sim é preciso duvidar.
Beijo
Salve, Jacinta!
Minh'alma agradece comovido.
Obrigado!
Abraço Pantaneiro.
Rangel, Feliz Natal
parabéns pelo poema,abraços
A amizade é uma brisa rara
Salve, Claudia!
Salve nossa amizade!
Feilz Natal!
Abraço Pantaneiro.
Voltando felizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz demais da conta!
Beijos poéticos,
Salve, Nina!
Que maravilha de felicidade!!!
Obrigado pela visita.
Abraço Pantaneiro.
Salve, Marcos!
São apenas palavras
sem a essência da verdade, poeira ao vento...
Obrigado pela leitura.
Abraço Pantaneiro.
Salve, Doroni!
Essa é uma grande verdade!
Obrigado, sempre.
Abraço PAntaneiro.
Salve, Lola!
Palavras são como o vento.
Dependento de onde vêm devemos duvidar...
De sua origem sabemos sua intenção.
Vento frio vem do sul...
Obrigado, querida.
Abraço Pantaneiro.
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