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Ouço baixo seu suspiro e vejo sua queda lenta

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Gabriel Desaix · São Paulo, SP
27/10/2008 · 173 · 57
 

Na penumbra da noite onde a única luz que banha o abismo de suas convicções é a do luar, ela contempla o inefável de seus anseios perdidos. O vento balançando o negro da alma. Ouço baixo o seu suspiro e vejo sua queda lenta, em seguida, o barulho do corpo que se misturou às espumas da dor.

Antes de acordar e sentir que isso só foi um sonho, consigo perceber a beleza da morte e a sua relutância em nos buscar no momento certo, naqueles, cuja angústia lança a sua luz indefinida, quase tênue, refletindo pecados esmaecidos pelo tempo, mas ainda vivos e que ferem e dilaceram como um gládio romano.

E junto vem o medo, corruptor de ações, sorvendo, numa respiração estéril e viciada, a ingenuidade do pequeno Eros, pois sim, ele se foi, mas a mãe, Afrodite maculada, expande, numa laboriosa febre de luxúria, o veneno que entorpece os vestígios da inocência.

Foram todos sacrificados na noite da cidade, lacerados em um altar esculpido numa argila esmaltada com sangue e cobiça.

Ao levantar, sacio a minha sede, bebendo no crânio dos meus antepassados. Vejo a Lua, jovem virgem mutilada, pairando na noite promíscua da minha solidão, tento alcançá-la, levanto o meu sabre, fazendo um círculo monástico em torno do nosso destino, mas não há resposta. Perderam-se encerradas no interior de seu calabouço.

Então eu caminho, passos lentos, porém firmes, daqueles que já conhecem o seu itinerário. A jornada é curta, antes mesmo que a areia do tempo se dilua pelas minhas veias, eu a vejo, paro por um minuto e flerto com o meu precipício...

- *Gabriel Desaix* -

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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

Antes de acordar e sentir que isso só foi um sonho, consigo perceber a beleza da morte e a sua relutância em nos buscar no momento certo,

belíssimo trabalho.depois eu volto.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 24/10/2008 23:36
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Ailuj
 

Que impressionante, gabriel
Chega a arrepiar
Parabéns!!!

Ailuj · Niterói, RJ 25/10/2008 00:16
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Lola...
 

E eu te diria...

Deito-me ao seu lado em um catre de expiação e diante dos meus pecados cometidos sem o tino da razão entre o choro e a reviravolta de minhas entranhas que me trazem na boca o gosto amargo do fel... Envergonho-me diante da morte e não de ti.

Beijo, Intenso Anjo.

Lola... · Curitiba, PR 25/10/2008 01:40
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Cristiano Melo
 

Gabriel,
seus escritos são bárbaros.
Muito bom que você tenha aportado por aqui para nos deleitar com tais construções.
Como num sonho descreve vários temas, mas o mote principal, a morte (acho eu) fica subliminar e bem caracterizada com seu modo original de metaforizar momentos de reflexão.
Pura poesia.
Parabéns
abraços

Cristiano Melo · Brasília, DF 25/10/2008 08:43
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new
 

fui ferido.estou mudo diante do texto. belíssimo!
grande elaboração.

new · Feira de Santana, BA 25/10/2008 11:13
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Gabriel Desaix
 

Obrigado pela presença, Marques.

abraço e bom final de semana.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 25/10/2008 14:56
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Gabriel Desaix
 

Obrigado, Ailuj.

Muito gentil, como sempre.

fico feliz que tenho gostado do trabalho.

beijos e bom final de semana.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 25/10/2008 14:57
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Gabriel Desaix
 

Ah, obrigado, intensa Lola.

Adoro te ler.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 25/10/2008 14:58
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Gabriel Desaix
 

Salve, Cristiano.

Obrigado pela visita à minha pag e pelas gentis palavras. Generosas.

abraço e bom final de semana.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 25/10/2008 14:59
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Gabriel Desaix
 

New, Brigado pela visita e leitura do poema

abraços.


Gabriel Desaix · São Paulo, SP 25/10/2008 15:00
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Eliana Mara
 

Eu me impressionei com este trecho, que diz tanto de momentos em que a vontade de morrer era a coisa mais viva em mim:

"antes mesmo que a areia do tempo se dilua pelas minhas veias, eu a vejo, paro por um minuto e flerto com o meu precipício..."


Flertar com o precipício talvez explique nossas vertigens.

Bom ler você em prosa!

Eliana Mara · Salvador, BA 25/10/2008 15:42
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Compulsão Diária
 

Flertar com o precipício é vida. Eros está presente. É sempre a vida contra a morte.

Compulsão Diária · São Paulo, SP 25/10/2008 23:52
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Cristiano Melo
 

Cristiano Melo · Brasília, DF 26/10/2008 21:15
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Lola...
 

Oi Anjo...
Meu voto, meu carinho.
Beijo.

Lola... · Curitiba, PR 26/10/2008 22:41
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Doroni Hilgenberg
 

Gabriel,
Interessante...
"pecados que dilaceram"
" amor, luxuria, inocência"
Esse seu poema faz crer que perante a dor,
angustia e sofrimento, a morte é um alivio.
bjsss

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 26/10/2008 23:21
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Bandys
 

gostei muito.votei
beijos

Bandys · Rio de Janeiro, RJ 27/10/2008 00:35
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Olavo Dáda
 

como disse uma moça, em comentário anterior, muito impressionante
blz...
breve vou postar, além d eoutras canções, meus curtas, clipes e determinados escritos...
vamos nos falando
parabéns e viva a cultura!

Olavo Dáda · Santos, SP 27/10/2008 02:00
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Thiers
 

Desaix são mais de duas da matina, tenho q acordar cedo. fiz o contrário do habitual.....Como sei q vou gostar..rs eu votei primo e amanhã leio com calma... e comento...
a ordem dos fatores....bla bla...

Thiers · Rio de Janeiro, RJ 27/10/2008 02:08
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Falcão S.R
 

Gabriel Desaix

Bela poesia, enviando para o banco com louvor.

Abraços

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 27/10/2008 05:07
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clara arruda
 

Na penumbra da noite onde a única luz que banha o abismo de suas convicções é a do luar, ela contempla o inefável de seus anseios perdidos. O vento balançando o negro da alma. Ouço baixo o seu suspiro e vejo sua queda lenta, em seguida, o barulho do corpo que se misturou às espumas da dor.



Ah!Gabriel.parece que vc escreveu meu momento.
Lindo seu texto.deixo com orgulho meus 10 pontos.

clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 27/10/2008 05:36
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Cassiane Schmidt
 

Oi...
Gostei muito!Voçê escreve com uma intensidade ímpar! Seus poemas produzem um cenário mental fantástico!
Votado

Cassiane Schmidt · Gaspar, SC 27/10/2008 08:34
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Marcos Pontes
 

Não vejo beleza na morte e nem na constante desgraça humana, mas tenho que concordar que estás escrevendo como os ditos "malditos", cavucando com um dedo sujo a ferida da constância.

Marcos Pontes · Eunápolis, BA 27/10/2008 10:16
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ayruman
 

Soturno. Fascinante Texto de tirar o sono!
Vem do lado escuro da Alma humana e traz em seu bojo as coisas que o ser humano ainda não conseguiu superar, transmutar. Mas é preciso expurgar. E um dia não haverá mais Trevas!
Tenha una boa Semana. jbconrado.

ayruman · Cuiabá, MT 27/10/2008 11:20
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Jessyca. .maasfe.
 

Cara adorei ... =D

um toque sórdido e deliciosiosamente lúdico ...
pude imaginar cada verso .. lindo ...
parabens .. me fez lembrar as noites escuras acompanhando Byron!

Beijos e sucesso =D

Jessyca. .maasfe. · São Paulo, SP 27/10/2008 11:22
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Jessyca. .maasfe.
 

Votado!

Jessyca. .maasfe. · São Paulo, SP 27/10/2008 11:22
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azuirfilho
 

Gabriel Desaix · São Paulo (SP)
Ouço baixo seu suspiro e vejo sua queda lenta

Expressão forte e um tema impressionante
POE, Parece o Edgar, Allan Poe.
Impressionante.
Tem a visualização e consegue fácil exprimir.
Arrepia e até dá medo.
Um poder muito grande de usar as palavras.

...o barulho do corpo que se misturou às espumas da dor...

Parabéns.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas, SP 27/10/2008 12:27
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Cintia Thome
 

Boa poética. Destes que precisamos por aqui!
Lavra prima!
ab

Cintia Thome · São Paulo, SP 27/10/2008 13:31
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Agassi
 

Extremamente forte o encontro com a morte... senti aperto no coração lendo o trecho: "Então eu caminho, passos lentos, porém firmes, daqueles que já conhecem o seu itinerário. A jornada é curta, antes mesmo que a areia do tempo se dilua pelas minhas veias, eu a vejo, paro por um minuto e flerto com o meu precipício..."

Votado...

Agassi · Caraguatatuba, SP 27/10/2008 13:58
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alcanu
 

Gabriel, tornas o tétrico agradável, homem, embora lide com temas terríveis, usas de atavios irretocáveis, tornando-os irresistivelmente atraentes...
Sem dúvida, tens um dom diria até inato, póis parece espontâneo de nos dizer de forma alegre, coisas tristes !
Um abraço!

alcanu · São Paulo, SP 27/10/2008 14:45
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

votando.abraçossss

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 27/10/2008 15:32
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Coluna do Domingos
 

Votado

Coluna do Domingos · Aurora, CE 27/10/2008 17:23
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Compulsão Diária
 

Compulsão Diária · São Paulo, SP 27/10/2008 19:37
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raphaelreys
 

Diz o sábio Petrônio que a alma fora do corpo brinca! Enquanto dormes a sua volita nos Hades e quando retorna nos trás magníficas histórias meu caro!

raphaelreys · Montes Claros, MG 27/10/2008 20:46
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Thiers
 

Certa vez conversando com a Me, q conheço a tempos; ela se espantou qdo disse q temia a morte. N escondo, assumo.
Sempre fui assim dsd criança. A perda me mutila e nem Freud conseguiu resolver. Sou teimoso e teimo em enfrentar. Qdo menino eu ía aos enterros e me via em cada morto..eu os encarava pra perder o medo e descobri que o meu medo estava relacionado a perda...( entenda como perda, um afastamento). nessa medida é mto difícil pra moi falar da morte c naturalidade, pq ela é a perda de td.. A morte pra moi é o nada.. estilo: N mais te ver... não mais te tocar.... não mais te sentir...
A morte é o vazio completo..a escuridão. esclareço q amo a vida. Gosto dos sorrisos, gargalhadas, brincadeiras, escrever, ler e zuar.. Eu gst de tantas coisas" vivas", q perdê-las é perder a mim. Não convivo bem com a dor, apesar de aceitá-la... Durante um tempo eu fugi da ppia Me apesar de saber quem ela era, eu fugia pq ela se denominava amiga daquilo que me estraçalhava o peito.. vc me entende?
mas apesar de - > eu n posso negar a blz de seu texto e separei uma parte que considei beautiful....

E junto vem o medo, corruptor de ações, sorvendo, numa respiração estéril e viciada, a ingenuidade do pequeno Eros, pois sim, ele se foi, mas a mãe, Afrodite maculada, expande, numa laboriosa febre de luxúria, o veneno que entorpece os vestígios da inocência.

ce la vie...

Thiers · Rio de Janeiro, RJ 27/10/2008 21:25
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Saramar
 

Um retrato grandioso das dores humanas e de sua inutilidade diante da "indesejada das horas".

Perfeito!

beijos

Saramar · Goiânia, GO 27/10/2008 23:19
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Gabriel Desaix
 

Olá, Cd.

Grato pela presença.

Então, eu acho que no fundo todo poeta faz isso, flerta com o precipício, fitando com uma curiosidade, às vezes até demasiado mórbido o desconhecido.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:51
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Gabriel Desaix
 

Ah eu concordo, Eliana, flertar com o precipício no mais das vezes causa tonturas, às vezes causa até uma certa naúse, mas mesmo assim acabamos (nós poetas) fazendo essa loucurinha rs

beijos e obrigado pe
la visita.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:53
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Gabriel Desaix
 

Lola poetisa, obrigado pelo voto e pelo carinho.

beijo.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:54
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Gabriel Desaix
 

Obrigado pela visita Falcão.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:55
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Gabriel Desaix
 

Doroni, obrigado pela visita e leitura do texto.

Ás vezes a morte acaba sendo um plano B, um lenitivo diante das angústias da vida. Mas ainda assim eu a prefiro (a vida) com as surpresas boas e ruins com que ela brinda ao longo da existência.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:57
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Gabriel Desaix
 

Clara, obrigado pela visita e comentário.

Fico feliz que o meu texto tenha lhe
tocado.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:58
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Gabriel Desaix
 

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 15:59
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Gabriel Desaix
 

Cassiane, muito obrigado pela visista e comentário.

Sempre um prazer poder contar com a sua leitura.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:00
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Gabriel Desaix
 

Salve Pontes!

Obrigado pela visita.

Você tem razão: a morte não tem nada de bonito, no entanto, não posso negar que a danadinha exerce um certo fascínio sobre minha escrita.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:02
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Gabriel Desaix
 

Jessyca, valeu pela participação.

Sempre bom poder contar com a sua presença e leitura.

beijos

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:02
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Gabriel Desaix
 

Caro, Azuir.

Obrigado pela sua generosa participação. Ainda não tive o prazer se ler Poe, mas faz tempo que ando com vontade e diante do seu comentário a minha curiosidade aumentou ainda mais.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:04
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Gabriel Desaix
 

Agassi, obrigado pela participação e leitura do trabalho.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:05
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Gabriel Desaix
 

Ayruman, obrigado pela visita e leitura do texto.

Ah, concordo com você, e também acho necessário fazer esse expurgo de alma, botando pra fora as sombras para que não obscureçam o espírito.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:07
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Gabriel Desaix
 

Bandys, obrigado pelo voto e visita.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:08
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Gabriel Desaix
 

Alcanu, valiosa a sua participação.

obrigado pela visita e comentário.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:09
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Gabriel Desaix
 

Cíntia, obrigado pela visita, poetisa.

beijos.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:09
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Gabriel Desaix
 

Novo poeta e Domingos, obrigado pelos votos. Como sempre solidários.

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:10
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Gabriel Desaix
 

Salve, Raphael!

De qual sábio Petrônio você está falando? É do arbitro da elegância, aquele escritor latino autor do Satyricon? Porque é um autor e peronagem histórico que gosto muito. O homem além de um artista dono de uma escrita das mais saboras, ainda por cima era um herói, porque aguentar os humores de Nero não devia ser brincadeira não rs

abraço.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:13
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Gabriel Desaix
 

Salve Thiers.

Puxa, fiquei impressionado com a sua confidência. Não imagina essa ojeriza sua à morte. Quer dizer todos tem um pouco né, mas no seu caso parece ser algo meio traumátco mesmo e sendo assim deve ser um assunto do qual prefere sempre passar ao largo no seu trabalho poético.

Mas sei lá, acho que se você se debruçasse sobre o tema qualquer dia desses comporia um poema dos mais interessantes e enigmáticos. Fica aqui a sugestão .

abraço e obrigado pela visita.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:16
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Gabriel Desaix
 

Saramar, grato pelas gentis palavras e pela visita.

Espero poder contar sempre com a sua participação, engrandecerá esse espaço.

beijo.

Gabriel Desaix · São Paulo, SP 29/10/2008 16:17
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Iva Tai
 

Gabrieellll!! Prelúdio das tormentas para alguns...a morte pode ser a liberdade que chega...pássaro negro vindo com a noite, pássaro branco vindo com o dia...equilibrados pela vontade de quem com ela se deita...
Adorei!!

Iva Tai · Manaus, AM 31/10/2008 02:15
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Olavo Dáda
 

gabriel,
perdoe-me pela demora
fiz uma pequena cirurgia bucal e fiquei
fora de combate por uns dias

saúde & paz
OBAMA, BUMA YE!

olavo dada

Olavo Dáda · Santos, SP 6/11/2008 00:50
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