Nas ruas da cidade
pessoas cruzam caminhos e pensamentos.
Feições apreensivas, carregadas,
esmagam as últimas folhas
que do outono restaram.
Trespassadas por pontiagudas
garras de saúvas
perdem a utilidade orgânica e decorativa
e findam murchas
na relva aquecedora dos jardins
como ilógico objeto não-reciclável.
231292
muito bom!
abraço, pepê.
Obrigdo, Marcos e Cida, pelo incentivo. Não há muito espaço para a Poesia. E já que o Over faz a parte dele, façamos a nossa. Abraços.
Pepê Mattos · Macapá, AP 23/2/2007 21:43Obrigado, Marcos e Cida, pelo incentivo. Não há muito espaço para a Poesia. E já que o Over faz a parte dele, oferecendo esse espaço, façamos a nossa. Abraços.
Pepê Mattos · Macapá, AP 23/2/2007 21:44
Oi Pepê, o detalhe da folha na imágem acima que retrata a última lembrança do outono, é bem sugestiva. Lançando o teu olhar à naturesa, tu decantas em teu poema, uma indefeza folha que agoniza nos pés da multidãoque passa. Meus parabéns pelo trabalho.
Carlos Magno.
Obrigado, Carlos. Prometo nas próximas colaborações colocar umas fotos bacanas. Agora de minha autoria, rsrs. Abraços.
Pepê Mattos · Macapá, AP 19/4/2007 19:00Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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