Será à volta de um ponteiro
Que não se cansa de iludir
O tudo e o nada. Os extremos
O inicio a mercê de um fim
Que importa céu ou inferno
Qual a certeza diz pra mim?
Será à volta de um ponteiro
Que não se cansa de enganar
Ou será minha cabeça
Que não se esquece de pensar?
Rotulando tantas coisas
Reinventando outro lugar
Tantos gestos quantos motivos
Dos nossos vínculos ancestrais
Pesquisar babuínos
Mataram o filho,
Foi o mesmo que matar o pai
Ou será minha cabeça,
Que não se esquece de pensar
Rotulando tantas coisas
Reinventando outro lugar
"Será à volta de um ponteiro
Que não se cansa de enganar
Ou será minha cabeça
Que não se esquece de pensar?"
por que complicamos o simples,poeta?!
gostei mto viu?! valeu!
bsssssss♥;;
foi bom te ouvir, parabéns e muita paz.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 18/7/2009 09:06
Saudades meu querido, como vc tb ando na contra mão dos ponteiros, tentando me manter em outro lugar.
vir e te ouvir é um grande prazer meu grande amigo querido.Adorei realmente a canção.me escreva sempre.Ainda afastada por conta das lutas sempre que posso venho aqui.Nunca me esqueço dos amigos.
Beijos em seu coração.
Gostei de cara, na primeira audição. Música boa que entra na gente.
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