Poeta não sou mesmo!
Sou meio sem bagagem.
Sigo rimando a esmo
Versejo inúteis bobagens
Viajo no simples rimar,
Vou como o rio vai para o mar
Como uma fêmea no cio busca amar
Não me nego à nave que vai pelo ar
Ao vento que espalha palavras
E ao seduzir que faz cantar
Sem possuir a boa lavra
E penso poemas de bar
Concertos de botequim
Chulos versos molham-me a boca
Como um falso gim
Tropeço e engulo a fala tosca
Que falha em créditos ao fim...
Como se atreve a dizer isso assim em versos?
É claro que és!!!!!! E com muita bagagem, sim!!!!!
"Viajo no simples rimar,
Vou como o rio vai para o mar
Como uma fêmea no cio busca amar"
Viajas e nos faz viajar juntos... Linda estrofe, rica de significados. Grandes metáforas.
Grande abraço!
Que nada, Rangel!
O poema acima é a antítese do que Tu és:
Baita poeta!
Abçs.
Rangel,
Humildade demais, essa sua. Poeta completo.
Parabéns.
Abraços.
Quanta singeleza e bondade!!!
E isto prá mim é beleza
beleza e verdade.
Que lindo, poeta "meio sem bagagem"!
"Sigo rimando a esmo".
Abçs de Betha.
Rangel,
Muito embora eu quisesse ter votado quando ainda na fila de votação, não me foi possivel. Faço-o agora!
Parabéns.
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