Ato do Meio
O que represento além do que sou?
Se há palco mais infame que este;
Quero ser fama e nele viver;
Ver o silêncio
lá ecoar;
Se não há talento sou todo o tormento;
E o desafio em sempre atuar;
Até no roteiro ouso mudança;
Se apago as marcas,...
esquecimento;
E as cortinas se abrem para o ato frio;
No meio de mais uma peça repetida;
Que nada tem de fundamental,
Mas tem tudo pra ser o grande ato falho;
Nele eu mereço ser vaiado (Desejo!)
Ou com o texto perdido ovacionado;
O que vale é fazer cena ou sê-la
E de perna quebrada
ser final cumprimento.
Taí a publicação de meu primeiro livro de poesias. Leiam, critiquem, baixem, distribuam, fiquem à vontade.
Se não há talento sou todo o tormento;
E o desafio em sempre atuar;
Até no roteiro ouso mudança;
Se apago as marcas,...
esquecimento;
Pela primeira vez acho seu trabalho,e justo quando ainda aguardo a ambulãncia que me levará para operar.
deixo aqui meus parabéns,um maravilhoso poema.
Quem sabe eu volte bem o bastante para continuar o que mais gosto de fazer...Digitar,formatar.Ler vc nessa manhã me fez lembrar que já não mais colaboro com meus rabiscos aqui no over.
Vou salvar seu livro.Ler com carinho.
Um beijo em seu coração.
Vc é talento.Deixo aqui meus 9 pontos e meu carinho.
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 22/6/2008 08:51
Um texto com força e destreza dignas de um mestre. Olé!!!
Votado.
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