PELÍCULA
Am E
Nem me lembre daquele dia
Da tal dita folia
Am
Pra honrar são joão,
E
Que te livrou da mulher
E a prenha da vizinha
Am
Que lhe acende o balão
E
Né festa nem foi farsa
Am
É o de todo dia d'um dia qualquer
E
É que nem a heresia
Que a vossa mãe fazia
Am
Pra honrar são Tomé
C G F
Depois de uma hora de assunto
O coitado do defunto
C F C F C
Alimentou e partiu
G
Jonas saiu da baleia
F
De noite,era lua cheia
C F C F C
Lá do mar que o engoliu
G
Tal e qual era vergonha
F
E a coitada da cegonha
C F C F C
Nem bebicou do licor
G
Se assim for na hora da cesta
F
Quem dera que restasse
C
A festa do autor Am Dm E Am
Li num daqueles contos
E Am G
Que o contos d'um tonto contô
F
É que a tal da vergonha
Tem hora que arranha
C
Simbora que a menina acessou
G
Dê-me a sua intensidade
C F C F C
Dou-lhe o tempo da saudade dotô
Mas não dê se é qualquer hora
G C
A hora é da senhora...do retorno
Qualquer dia publico com voz.
Ousado e instigante pois não se entrega de bandeja, os encantos que a Vida tem!
Saúde e Paz. jbconrado
Legal,Camucelli, manda agora com a música,
sou todo ouvidos.
abraço
muito criativo seu trabalho, um grande abraço querido amigo.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 26/9/2010 17:32
Faço coro com os companheiros de poesia:
Nos brinde com a sua voz nesse poema de pura qualidade.
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