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PEQUENO ENSAIO SOBRE A VIRTUDE ( PARTE 1ª)
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 4/9/2008 02:26 · 240 votos · 69 comentários ·  
1
overponto
Geleira formada pelo vento e pela chuva.
Geleira formada pelo vento e pela chuva.
Prólogo

Tudo o que foi feito, feito está.
Não pode ser desfeito e nem refeito. Nem sequer mudado.
Isto é ilusão. Nem é mais ilusão. Inexiste.
Pois, já que foi feito, já causou efeito.
Se desfeito for, já não importa...
E se refeito for, já não será o mesmo.
Será outro diferente. Será novo.
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“Primeiridade”

Na cidadezinha mineira havia três praças em três níveis geográficos diferentes. A da matriz, a do meio e da entrada da cidade, mais embaixo.
O menino que passava as férias de meio de ano, iria ter com os seus tios-avós, já bem mais velhos. Casa antiga. Mais de cem anos, certamente.
Tio João lhe era o predileto.Magérrimo, pequeno, calvo e um belo nariz aquilino, peculiar à sua ascendência italiana. Tinha um tique: esfregava as mãos palma a palma, enquanto passava a língua pelos cantos dos lábios. Sinal de que já estava “altinho”.
Na praça do meio, na mesinha de pedra rústica, à sombra de frondosas, o menino teve seu batizado: a primeira cerveja tomada com carinho e com pastéis. Ensinada a cada gole, lentíssimo. Pra aprender a saborear e ultrapassar o amargo.Sem cara feia. Sentindo o efeito do gelo pelas goelas.Puro prazer.
Estava celebrado o início de uma vida, à experiência de outra já há tanto vivida.
Saudades muitas, tio João...
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O inesperado e concebido

O casal passava por dificuldades.
Esforço incondicional.
Filhos pequenos, vida complicada. Recomeço.
O menino adoecera na época do Natal: Hepatite.
E entendia perfeitamente o que se passava em sua casa. Tinha consciência plena e tranqüila que, naquele ano, não haveria presente algum.
Nem se importava com isso, pois sabia bem das vicissitudes pelas quais passava a família.
No dia 25 de dezembro, o menino levanta-se da cama pela manhã, pra ir ao banheiro.
Na volta, encontra no meio de sua cama, com as cobertas à surpresa, uma pequena caixa retangular, embrulhada pra presente.
Desembrulha-a.
Era um aeromodelo da Revell. Uma réplica perfeita de um helicóptero militar de 16 lugares, à ser montado. E que o menino adorava montar.
Fora o mais importante e expressivo presente já recebido pelo menino, de seus pais, em qualquer tempo.
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Il tempo per scherzare (tempo pra brincar)

A festa natalina rolava solta na casa da “matriarca”, a avó.
A família toda junta. Verão paulista de dezembro.Calor de rachar.
Tios...Primos...Irmãos...Visinhos...Uma “italianada” do alem.
E muito vinho, idem cerveja. Heresia permitida num país pra lá de tropical.
Comidas então, nem se fala. Menu indescritível.
Como toda boa família católica de origem italiana, até o cônego Olavo foi convidado.
Da igreja do bairro. Da comunidade.

Tio Chico ( Francesco) era personagem Felliniano. ( pra quem assistiu, o “ceguinho” acordeonista do “ E la nave vá” , quase igual). Autodidata de inteligência e cultura primorosas. Foi pra escola até o primário, Depois, trabalho.Alfaiate por ofício.
Contava que, entre outros tantos contos, quando criança em Rivello, província de Potenza, na Basilicata, ganhava alguns tostões ajudando a tocar o fole do órgão da pequena capela. Era trabalho e diversão. Ao Brasil, veio com 20 anos.
Sentavam todos, os primos e irmãos da 3ª geração, ao seu redor, ouvindo sua estórias alucinantes e brilhantes...Das viagens de suas leituras...Dante...Boccaccio.Da vida rica.
Sempre muito divertidas, por mais tristes que fossem.

E enquanto o cônego Olavo cantava junto com o tio José “Padre”, a “Santa Lucia”, a avó enxugava as lágrimas da saudade dos tempos idos. Já todos meio embriagados de vinho, suor, cerveja, cantoria, lembraças e lazagna ao molho “triplo burro” (três manteigas), com "porpetas" e "prosciutto crudo con radice"
As crianças na marquise da frente do casario, sentados no chão, se esborrachavam de rir com a cena da “Santa Ceia demodê ”.
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A face oculta

Na pequena "cova de palmos medidos" (JCMN), onde mal cabia o exíguo caixão, os coveiros forçam aos cabedais, o encaixe estreito e forçado.
Dentro dele, tia Zélia. Franzina tal qual sua derradeira barcarola.Somente seu vaso ja roto, do grande Oleiro.
Grande pedagoga. Enorme.
Intelecto, doçura e humildade exemplares, pelo seu mínimo.Deu sempre do seu máximo.À todos, sem distinção. Sempre.
Calou-se solitária com apenas alguns de seus “alguens”, ao seu lado.
Quem passou toda vida a ensinar e educar, aprende agora, a grande lição do sono eterno.
Com quem se encontrará ?...Certamente com Sonia, sua filha pródiga e única, grande pianista que partiu bem antes.
Manuel de Falla acalenta o sono. Uma de suas preferidas : Danza Ritual del Fuego ( El amor brujo)
e Chopin...Certamente, prelúdios.

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A inútil insistência do existir

É uma linha tênue...

Existir...Viver.

A vida é eterna. Atemporal.
Não depende da vontade do ser.

A existência é finita.
Tem sua curta jornada: começo, meio e fim.
O existir é tempo. Tem seu tempo.
Depende da vontade do ser, de viver, ou não.

Contudo, o tempo de viver é relativo à velocidade do existir.

O astronauta do futuro, agora no presente, viaja à velocidade da luz.
O seu tempo se alonga. Já não dura o mesmo tempo de seus observadores presos e estáticos, aqui na Terra ou onde for...
Um segundo torna-se dois. Ou três. Tudo no mesmíssimo instante. Num gráfico Cartesiano, forma-se a hipotenusa distorcida que prova a teoria misteriosa.
Hipotenusa, ora musa suprema e extrema do sonho...
extremo e latente....e insistente....da hipótese da transcendência atemporal do ser e existir.

Se o tempo tem a capacidade elástica de expansão através da mecânica...Burlando a cinética , terá o ser a capacidade de burlar a morte , com sorte , através da dinâmica ?
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Química, pura química...

Sobre tuas coxas escorre o néctar e o néctar lambuza meus dedos e os dedos escorrem por tuas coxas que produzem o néctar que lambuza minha língua que escorre a saliva nas tuas bocas cheias de néctar e de dedos que penetram em tua língua que lambuzam do meu néctar que penetram nas tuas bocas que misturam com seu néctar com a saliva dos teus dedos que penetram nas suas coxas que segregam no teu néctar de teus dedos em tuas coxas da minha língua com o meu néctar da saliva da tua língua que misturam com os dedos que segregam mais do néctar das tuas bocas em minha língua que passeiam no teu néctar e lambuzam os meus dedos que segregam em nossas línguas o meu néctar sobre as coxas que são tuas....
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À PROCURA DO TEMPO PERDIDO (ou a saga humana pintada por Marcel Proust...)

Olho para traz...vejo apenas três dias...o antes, ontem e hoje.
Sem nada para que me prenda ou de que me despoje
Somente relâmpagos etéreos que iluminam a névoa da lembrança
Dias poucos, dias íntimos e desprovidos de nenhuma esperança...
Ao sabor do nada e de imagens desconexas, penduradas no varal da nossa história;
Decantando os lençóis amarelados, cor sépia refletidos na umidade da memória...
Brisa outrora suave e morna que agora em vendaval se transforma
Gélido e cortante tão distante e antigo, que nossa face deforma...
Quão vaga e tênue é a branda visão que alucina, e paira?
Se no desvelo da noite negra surgem novos açoites
Querendo forçar-nos ao lúgubre manto intangível da noite
Aonde se vão os suores flácidos e miríades do que baila?
Sempre que outrem anseia, a dúvida amarga do estar sendo...
E, à sombra se deita sedenta por se estar querendo
Todo cantil que o passado exala e contamina a garganta
Na doce calma da eterna alma que se levanta...
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Epílogo

Gênova, Andrômeda e Deus...

O velho foguista , que torrara sua face vermelha há quarenta anos nas bocas das fornalhas, tinha as melhores “experiências” para contar. Os melhores “causos”. E entre uma pazada e outra carregada de carvão mineral, se derramava a conta-los :

- Foi nos idos de oitenta , quando conheci aquele homem. Foi na taberna "Alegretti" , no porto de Gênova.
Fazia muito calor e tínhamos atracado para descarrego.
Já não me lembro do nome do estranho...
Ele puxava de uma perna e falava meio engrolado por causa do defeito de nascença.
Era um sujeito muito estranho, de verdade. Pra dizer mais, dava um pouco de arrepio na gente...onde quer que ele chegasse não deixava de chamar atenção.
Tinha uma cara repuxada , quase parecendo feito de cera, os olhos esbugalhados mas pequenos...exprimidos. E um narigão pontudo e largo, como chaminé de navio invertida...
Tinha uma cabeleira comprida e rala, com aqueles fios muito finos....espigados....por onde a gente podia ver sua quase careca.
Era agitado....arrastava seu corpo de um lado pra outro feito louco...de repente parava meio torto com o pescoço avançado pra frente, e fixava o olhar meio morto...meio profundo....sobre o nada. Parecia uma ave de rapina, sabe ?...
Realmente era um sujeito estranho...mas, o mais visível é que ele tinha como característica principal... eram os dedos da mão direita....o indicador e médio ficavam sempre estirados e juntos , meio curvados para baixo , exatamente como a posição dos dedos do Cristo quando benziam !!!...sabe ? igual o Cristo das pinturas de todas as épocas...
E ele parecia que tinha ao mesmo tempo , vergonha e orgulho deste defeito....é que, contava ele que, quando criança zombavam dele por causa daquilo...porque não conseguia pegar quase nada e o que podia pegar, era com dificuldade....vivia deixando cair as coisas...e a mãe dele pra diminuir o seu sofrimento, dizia pro filho que ele era uma pessoa muito especial porque Deus lhe tinha dado para sempre o divino gesto da bênção...e que ele, como Jesus, o Cristo, iria tocar e abençoar...iria tocar e curar ! Dizia ele que, de tanto acreditar , curava de verdade.... Quem sabe....?...nunca vi...
Ele tinha olhares místicos e por vezes lúgubres, e dizia ter conhecido um casal de extra-terrenos muito altos e muito loiros, com cara de gêmeos , sem sorriso...mas muito calmos e serenos...diziam que vinham da distante Andrômeda...e estavam aqui para nos libertar das idéias completamente erradas sobre Deus....para eles Deus não era o Pai e sim o Grande “Escravocrata” do universo;...e que nós, seres humanos da Terra, jamais evoluiríamos sob o Seu jugo....e que deveríamos nos libertar “Dele” se quiséssemos atingir os maravilhosos confins do universo....da sabedoria e da verdadeira paz....pois como todo pai que idolatra os filhos, também os escravizam....
“Blasfêmia !!!!” – gritavam uns , se exorcizando com todos os sinais...Loucura !....este homem é louco!!!”E, de repente, ele sumia em meio à névoa...se arrastando por sobre a bainha de sua capa suja e pra lá de rota....
Nunca mais o vi por estas plagas...Deve ter ido para Andrômeda.

©J.E.Canônico-MMVIII
sobre a obra
Tudo o que foi feito, feito está.
Não pode ser desfeito e nem refeito. Nem sequer mudado.
Isto é ilusão. Nem é mais ilusão. Inexiste.
Pois, já que foi feito, já causou efeito.
Se desfeito for, já não importa...
E se refeito for, já não será o mesmo.
Será outro diferente. Será novo.


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Autoria   ©J.E.Canônico-MMVIII_ "Joe_Brazuca"
Data   04/9/2008
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Joe,
Coloco na tua página este poema do sexto livro: ENTRE_NÓS.
Vamos ver O Tratado sobre a Virtude.
Beijos,
Regina

GRITO MUDO - Regina Lyra

Este grito
Mudo
Tornou-se instigante.

Abriu mentes,
Falou bastante.

Algumas escutas,
Tentativas errantes,
Inertes de empáfia,
Presumíveis palavras
m
u
t
a
n
t
e
s

Lyra, Regina. Entre_Nós. Jão Pessoa: Ed. Universitária, 2008.

Regina Lyra · João Pessoa (PB) · 2/9/2008 01:05 
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Ai, que fiz uma primeira leitura quase dinâmica, pelo próprio caminhar de tudo e só pude perceber o início, o meio e o fim, um andante sensorial e intenso.
Vou reler, como gosto, em voz alta. E volto para dizer mais.

beijos
Saramar · Goiânia (GO) · 2/9/2008 01:19 
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Este teu pequeno/grande ensaio sobre a virtude me fez cultivar uma insônia pensativa.."nada será como antes'
.e o inverno (aqui é frio demais) através de mim
escuta o som do que já foi perdido
esperanças mortas...
somos apenas abraço escondido

Beijos

zilka jacques · Porto Alegre (RS) · 2/9/2008 01:25 
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Ó tempo, por que destróis tudo que o tempo constrói?
Fico pensando no tempo, no monjolo do tempo, a mó moendo as horas, os anos, os seres humanos...
Abraços.
José Carlos Brandão · Bauru (SP) · 2/9/2008 02:51 
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Joe,

Indiscultivelmente ler seus escritos faz o tempo passar como brisa serena em tardes de primavera, num aprendizado constante e gosto de quero mais.

Abraços
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 2/9/2008 03:14 
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Hey, Joe!!;)
Parei na contra-mão rs..do texto!

Belo tratado, amigo! Vc é homem de “virtude única”: homem político, eloqüente, cívico e republicano.
Condensa Cícero e Petrarca neste texto - italianíssimo -!!!;) apesar de Proust. Mas como falar de tempo e memória, desta maneira, sem ele?

Em poucas palavras, vc diz que só quando soubermos unir a sabedoria à eloqüência, quando formos capazes de gravar na alma e fazer com que nela calem fundo as palavras, exerceremos a verdadeira virtú! E diz muito mais. Lembranças de infância magníficas!
Auguri, amico, carissimo.
Grazie tante!
Bravo!
mille baci
CD
Compulsão Diária · São Paulo (SP) · 2/9/2008 03:16 
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Pequeno ensaio sobre a virtude.
Meu caro Joe.O tempo parece ter parado no mísero segundo em que atenta me dedive no texto.
Da virtude colocada em seu texto confesso:
Profanaria se comentasse. Precisarei de um tempo maior( se me for dado) para ler e reler.
Uma dúvida me ocorre, se nada será como antes o que faremos do depois?
Prometo ler com carinho e atenção até a votação.
Um beijo carinhoso em seu coração.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 2/9/2008 04:38 
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E la nave va! Que bela divagação meu caro overmano! A sua alma volita enquanto dormes e ao voltar nos tgrás essas belezas! Um forte amplexo!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 2/9/2008 07:04 
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Joe,
Grande ensaio.
facil comentar só um,
dificil comentar todos.
" tudo o que já foi dito, dito esta"
Agora é a vez do novo.

bjsssss
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 2/9/2008 08:44 
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Um belo trabalho , meu caro amigo, o tempo destrói , mas não irá destruir este texto que nos apresenta , parabéns fiz uma ótima leitura. Abraço...
delen · Cotia (SP) · 2/9/2008 09:14 
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joe_brazuca · São Paulo (SP)
PEQUENO ENSAIO SOBRE A VIRTUDE ( PARTE 1ª)

Um Trabalho admirável, uma poesia do tipo de decisão e atitude.
Isso se refere a tudo na Vida. a Todas as construcóes e a todos Provessos de História, macho ou micro.


....Tudo o que foi feito, feito está.
Não pode ser desfeito e nem refeito. Nem sequer mudado.
Isto é ilusão. Nem é mais ilusão. Inexiste.
Pois, já que foi feito, já causou efeito.
Se desfeito for, já não importa...
E se refeito for, já não será o mesmo.
Será outro diferente. Será novo...

É uma lição de Sabedoria, de Filosofia e,
Ficou muito bom.
Parabéns
Gostei muito.
Abração Amigo

azuirfilho · Campinas (SP) · 2/9/2008 09:31 
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Uma só leitura, impossivel comentar. Mas para dizer que é belo, bastou ler aqui mesmo do trabalho, muito rápidamente e achar belisssimo.

Á noite com muita calma voltarei para reler devagar cada parágrafo.
Claro que votado está e desejo sucess, bj
ysabella · Rio de Janeiro (RJ) · 2/9/2008 10:33 
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Hey Joe, meu querido e recente amigo! Na pazzz??
Velho, tudo muito bem escrito! Li com calma agora e vi as imagens de cada ensaio. "A inútil insistência do existir" me tocou mais, pelas leituras que tenho feito dos tais Multiversos, teoria das cordas e outros trecos! :-)
Estarei aqui pra votar, com certeza!

Abração proce!
Jota Lago · São Paulo (SP) · 2/9/2008 11:01 
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Hey Joe,

Pareceu-me um solo do Jimmi Hendrix....
Voce tem estilo meu chapa. E não interessa se uns compassos fogem dos outros. A partitura inteira é muito boa. Pequenas peças de uma sinfonia, cada um com seu andamento. Poxa. Cê é músico mesmo... tem jeito não...

Um abraço
EdimoGinot · Curitiba (PR) · 2/9/2008 11:40 
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Simplifico, to na fase de simplificar e concluí q vc é um cara dialético!
blz
pura blz

.....
Pois, já que foi feito, já causou efeito.
Se desfeito for, já não importa...
E se refeito for, já não será o mesmo.
Será outro diferente. Será novo.
....

Amo a dialética, só ela explica a vida e eu sou gato, tenho 7 vidas, esta é minha 3ª... ashua...

Thiers · Niterói (RJ) · 2/9/2008 13:14 
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Ahhhhhh ...Joeeee_iradooo!

Que fantástico!!!

Mergulhei nessa aventura ouvindo 'A oração do tempo' e vi o
compositor de destinos a lapidar as partituras des_com_passadas
de criaturas concebidas no sempre inesperado agora!
Química pura, química CURA!!! Essa mistura de elementos
de_ compostos na alucinação da sinfonia do SER....e sempre
a _cor_dar ao velho sempre novo, pela íris em movimento contínuo....Virtude maior...sol_sustenido!!

Tempo,tempo,tempo,tempo.....eis um senhor tão bonito!!

"Que teia é esta, a do será, do é e do foi?" [ Jorge Luis Borges ]

Uma deliciosa melodia aos meus ouvidos,Joeeeeee!!
Radiante, diante desse instante, único!!!

Muitos beijinhos sem ter fim...a_temporais_lazúli...
com carinho...
Blue

Raiblue · Salvador (BA) · 2/9/2008 13:32 
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'Esta cova em que estás
Com palmos medidos
e a conta menor
que tiraste em vida !

E de bom tamanho
nem largo nem fundo
e a parte que te cabe
nesse latifúndio ...'

Que lindeza...ver João Cabral de Melo Neto em sua sinfonia a_temporal!!!

Destaco esse trecho alucinanteeee:

"Um segundo torna-se dois. Ou três. Tudo no mesmíssimo instante. Num gráfico Cartesiano, forma-se a hipotenusa distorcida que prova a teoria misteriosa.
Hipotenusa, ora musa suprema e extrema do sonho...
extremo e latente....e insistente....da hipótese da transcendência atemporal do ser e existir."

Super parabéns, meu Joeeeeeee-virtuosooooo!!
mais besitos...blue_enig_mágicos...haha
Blue
Raiblue · Salvador (BA) · 2/9/2008 13:44 
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..o inesperado, a busca do tempo perdido, a dor de existir..essa idéia do ser e do tempo nos desatina. Grande ensaio, Joe. Parabens. Bjos.
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 2/9/2008 19:18 
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Regina Lyra !...legal seu poemeto !..obrigado por posta-lo aqui !...Espero que tenha gostado do nosso texto tb !...Beijo e grato por participar !

Saramar !...sua participação é sempre renovação para nós !...Venha quando e como quiser, a casa é sua !...Beijo e grato !

zilka jacques !...sua sensibilidade é que me deixa insone...Sensível e especial leitura !...beijo e grato !

José Carlos Brandão !...o tempo é o mistéiro estanque que nos tortura...grato pela leitura e participação. Abraço, amigo !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 2/9/2008 21:24 
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Falcão S.R !...aprendemos sempre nas tardes de primavera...grato pela leitura e presença de sensível poeta !...grato e abraço !

Compulsão Diária !... Petrarca e Cícero ???...nossa !...reverencio-me a Eles e a vc, querida escritora e amiga !...Proust tb te manda um beijo...à tempo...rsrs
Sua leitura é sempre sensível, precisa e necessária e...EMOCIONANTE TB !...grato e grande beijo, dear CD !

clara arruda !...sempre muito honrosa sua presença sensível e inteligente !...E...sua dúvida é a de todos nós, seres humanos carentes de passado, presente e futuro !...Tem razão !..Volte sempre que quiser, a casa é sua, será sempre bem vinda de coração !...beijo e grato !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 2/9/2008 22:09 
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raphaelreys !...e la nave vá ! e venni !...trazendo sempre o prezado amigo, para sua leitura especialmente carismática e altiva !...outro amplexo e grato, amigo !

Doroni Hilgenberg !...sau visita sempre perene e certa, ja nos diz o que queremos ouvir : carinho !...grato e beijo grande !

delen !...a sua leitura e presença é que nos faz sempre continuar construindo !...abraço e grato !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 2/9/2008 22:18 
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azuirfilho !...sau presença amiga, inteligente e sinsével, é que torna nossas tentativas admiráveis !...grato e abraço grnade, amigo !

ysabella !...a beleza que faz, aos nosso textos todos, são nossos cativantes e precisosos leitores, assim como vc !...volte sempre a casa é sua !...beijo e grato !

Jota Lago !...legalíssimo vc ter vindo, meu colega músico e compositor !...o trecho qeu vc gostou, tb me apraz muito !...grato e abraço !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 2/9/2008 22:24 
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EdimoGinot !...rsrs...pois é, amigo !...não consigo fugir dos trilhos a que estou atrelado !...a música nao me abandona, nem eu a ela...é "Karma plástico", como diria nosso overmano e amigo Raphael Reys !...rs...grato e abraço !

Thiers !...Simples_fico eu, À sua visita sempre especial presença e de leitura pra lá de "cabeça"...e, pegando seu gancho, costumo dizer que o probelma ( quando há...) não está nem na dialética, nem na retórica...e sim na hermenêutica !..é ai que tudo se introjeta !...pensa sobre isso...rs...abração e grato !

Raiblue !....como te (re)comentar tudo isso que me escreve ?...Impossivel de tão fantástico !...so me resta mais uma vez, ser-lhe imensamente grato, por leitura tão cosntrutiva e revigorante...sempre, aliás !...beijo grande, querida poetisa !

graça grauna !...sua presença em nosso ensaio é que nos "atina" ao aprender, com seu carisma e delicadeza !....beijo grande e gratíssimo, poetisa !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 2/9/2008 22:43 
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João,
Você excedeu minha expectativa. Que não é tão dilatada...
Retalha tempo e memória. Fatias de luz buscadas no que em alemão se diz Gedächtnis, aliadas a Erkentnisse - extraordinárias palavras.
Chega, sim, a agarrar o agora. Redime-se e redime no nunc stans.
Você me comove.
Veja se tem tempo de ler meus "Tercetos". Leu "Rosa de Luxemburgo"? Ainda está em votação, acho eu. Sei lá os links! Não tenho tempo para quase nada ou ninguém. Lembra-se do "Soneto da Esfinge"? "Ocupo-me de estrelas, de diamantes sem jaça, de vertigem".
Você está na minha fronteira: entre o nada e o infinito.
Beijo, saudade. Voltarei para votar se, dúvida.
Brida · Salvador (BA) · 2/9/2008 21:20

Brida !...sua presença nos eleva a patamares inigualáveis, tamanha cultura que esparge em seus comentários exatos e sempre doces !...gratíssimo, querida poetisa !..beijo grande !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 3/9/2008 00:19 
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Reminiscências irretocáveis, essas tuas, que saudável memória, fiz um comentário, mas ele se perdeu como tantos outros, estou aqui a tentar te imitar e trazer os recursos mnemônicos ao meu alcance, quem sabe ainda consigo ao longo da edição ou na votação...
só posso dizer que é uma leitura pra lá de excelente, meu chapa ! Um abraço !
alcanu · São Paulo (SP) · 3/9/2008 03:58 
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Histórias que enriquecem o nosso currículo existencial. Parabéns
Coluna do Domingos · Aurora (CE) · 3/9/2008 12:03 
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Joe, bgda pelo convite, é um prazer te ler e vê-lo discorrer sobre a existência e sua intrincada teia. tdo está registrado, a memória é um tunel onde mergulhamos, só precisamos saber voltar...rs
gstei muito amigo.
gde bju
Ivy Gomide · Rio de Janeiro (RJ) · 3/9/2008 12:33 
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trabalho magnífico que merece uma nova leitura
Ecila Yleus · Recife (PE) · 3/9/2008 14:14 
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alcanu !...fraterno amigo !...tal comentário tão profícuo só nos eleva à continuarmos tentando sempre, no aprensizado comum, como nossas memórias mnemônicas...grato e grande abraço !

Coluna do Domingos !...são essas tentativas de aprimoramento inter-pessoal, que rabiscamos nossas humildes estorias, né mesmo ?...abraço e grato, amigo !

Ivy Gomide !...a volta é sempre mais difícil que o mergulho...pois temos a gravidade da vida pesando contra nós, né mesmo ?...grato e beijo grande, Ivy !

Ecila Yleus !...volte sempre que desejar, querida amiga e poetisa...a casa é sua !...grato pela presença e um beijo !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 3/9/2008 14:28 
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Olá, Joe!
Botou prá jambrar com essa
peça porreta, hein?! Maravilha...
Joe, o Cocker, iria dançar daquele jeito
frenético, com o seu ritmo alavancado.
Abraços.
Juscelino Mendes · Campinas (SP) · 3/9/2008 17:41 
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Juscelino Mendes !...obrigado pela presença, caro amigo...
só nao entendi sua mensagem...rs...tem certeza que postou certo ?...rsrs...desculpe !...ou será tão subliminar que nao captei ?...rs...Mas, de qq forma, grato por ter comparecido !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 3/9/2008 19:42 
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com beijokinha, meu Poetinha querido.
volto
Ivy Menon · Maringá (PR) · 3/9/2008 21:47 
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Ivy Menon !...legal vc ter vindo...sempre vem...vc é um amor tb...grato ! e beijo
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 3/9/2008 22:00 
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Caro Joe,
não vou me permitir comentar
seu texto extenso e profundo, sob pena de
fazê-lo mal ou de forma irresponsável.
Minha admiração e meu voto.
Beijos


walnizia santos · Brasília (DF) · 3/9/2008 23:15 
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Compulsão Diária · São Paulo (SP) · 3/9/2008 23:15 
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Olá amigo Joe,

Gostei de ver este teu texto que fala do tempo com inúmeros detalhes importantes da cidadezinha do interior e as reuniões familiares e tudo mais. Aqueles encontros de primos e tios contadores de estórias... Como nem sempre a vida é um mar de rosas houve também momentos difíceis passado pelo casal que tinha uma criança doente e etc... Depois eu vou ler um pouco mais o teu texto, amigo Joe. Por enquanto meus sinceros aplausos votos e abraços.
Carlos Magno.

carlos magno · Rio de Janeiro (RJ) · 3/9/2008 23:16 
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Joe, magnifico esse verdadeiro tratado sobre o tempo e a existência.
Tenho lá minha origens italianas e fiquei emocionada com algumas passagens que me foram remomráveis e tocantes.
Muito belo mesmo.

Tudo o que foi feito, feito está.
Não pode ser desfeito e nem refeito. Nem sequer mudado.
Isto é ilusão. Nem é mais ilusão. Inexiste.
Pois, já que foi feito, já causou efeito.
Se desfeito for, já não importa...
E se refeito for, já não será o mesmo.
Será outro diferente. Será novo
.

Um abraço e voto
Alice Poltronieri · Porto Velho (RO) · 3/9/2008 23:20 
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Esse não é um texto para ler. É um texto para degustar. Lerei calmamente, degustarei, saborearei e depois me atreverei a dizer algo.
Circus do Suannes · São Paulo (SP) · 3/9/2008 23:52 
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Joe, um mergulho no tempo, nas lembranças, retratado de uma maneira muito interessante. Parabéns.
bjs
Sônia Brandão · Bauru (SP) · 4/9/2008 02:10 
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Joe meu queriddo
Li,reli e fiquei pensando:
Se tudo que foi feito não tem como mudar,entao vamos relaxar...
Um beijo e é com prazer imenso que estou fechando votos pra publicaçao do seu maravilhoso e reflexivo texto

Ailuj · Niterói (RJ) · 4/9/2008 02:30 
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Deixando meus votos e abraços.
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 4/9/2008 03:00 
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Hey velho Joe, na pazzz??
Votado meu querido!
Abração do velho Jota!
Jota Lago · São Paulo (SP) · 4/9/2008 08:27 
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tchan, tchan, tchan, tchaaaaannnnnnnnnnn

Um abraço
EdimoGinot · Curitiba (PR) · 4/9/2008 08:55 
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HelllooooooJoeee-irado!haha
Vo(l)tando e viajandoviajandoviajannndoooo!!

besitoos blue_de_líricos!!
Blue
Raiblue · Salvador (BA) · 4/9/2008 08:59 
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Com atraso compareço.
meu corpo não coube nos setes palmos...Ainda não foi dessa vez meu amigo.
beijos e carinho.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 4/9/2008 09:40 
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À Todos meus queridos amigos e leitores que vieram,chegaram, voltaram, leram e releram... e votaram !...BEIJOS E ABRAÇOS DO TAMANHÃO DO MUNDÃO VÉIO SEM PORTEIRA !
Joe_Brazuca
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 4/9/2008 10:49 
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JOE, JOÃO OU JOHN!


Brasileiro com certeza...
Brazuca sem exílio...
Brasil na criação!

O Joe é clone...
O João é cronista...
O John é importado!

Li um texto mineiro...
Viajei sem uma nave...
E procurei a criação!

Descobri que Deus existe...
Fiquei com saudade do piano...
Aplausos na grande libertação!

A vida passa, o livro fica...
A arte liga, o tempo sem tempo...
Joe, João ou John! Tem sensibilidade!

............
Gostei! Belas imagens humanas!
Crônicas da vida... Literatura 10!
..............

Parabéns meu amigo!

Abraços.

Lailton Araújo


LAILTON ARAÚJO · São Paulo (SP) · 4/9/2008 11:12 
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LAILTON ARAÚJO !...poeta faz poeisa "de prima" até na hora do poetar dos amigos !...grande Poeta e amigo !...gratíssimo, sempre pelo carinho !
abraço
Joe/João/John...tudo na mesma...rsrs
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 4/9/2008 11:20 
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Se todo feito tem efeito, com certeza não há desfeito.
No entanto existem nós que desatam...

Segundo o conhecimento hermético, o sabio usa a lei do maior contra o menor, porque tudo o que flui reflui, porque o que está dentro é como o que está fora e como é em cima é embaixo.

Decifra-me, ou te devoro...
Marcos Paulo Carlito · Coxim (MS) · 4/9/2008 13:11 
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NÃO É BUG...MAS UM FEITO SEM PODER SER DESFEITO OU REFEITO....
bRAVO....BJ
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 4/9/2008 14:47 
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Tudo o que foi feito, feito está.
"Não pode ser desfeito e nem refeito.
Nem sequer mudado."
Mas esse pequeno grande ensaio poderia ter sido dividido em doses menores para que possamos degustá-lo mais devagar.
Parabens...
Omar Costa de Umbro · São Paulo (SP) · 4/9/2008 16:43 
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Marcos Paulo Carlito !...e os nós todos se desataram exatamente quando, e através de sua estimada visita, percepção e leitura singulares !...grato amigo e volte sempre !...abraço

Cintia Thome !...o unico Bug seria vc não ter vindo fazer o que sempre nos faz, a todos : carinho e simpatia !...rs..Beijo grande ! Grato !

Omar Costa de Umbro !...ótima idéia, amigo !...de repente, repito em doses homeopáticas, para a degustação geral !...Gratíssimo pela visita e leitura !...abraço !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 4/9/2008 17:46 
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Anda por ali, divaga acolá... lá vem fantasia...traga mais pra lermos mais...
Baci!
Sigrid Spolzino · Brasília (DF) · 4/9/2008 19:46 
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Sigrid Spolzino !...pois é...navegar é preciso, viver tb...rs...grato linda Sigrid !...baci an'cuore !
Joe
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 4/9/2008 21:14 
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Que beleza de trabalho, Joe!
Me ví dentro desta história, mais precisamente na parte da “italianada” do além. Os tios, todos calvos, com seus narizes denunciando a origem, as "porpetas"... Nossa... Que viagem!
Fascinante, caríssimo.
beijo
Nydia Bonetti · Campinas (SP) · 4/9/2008 22:24 
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.....ah gostaria de barganhar com o "Senhor de todas as coisas" alguns "malfeitos" da minha vida efêmera, mas diante das impossibilidades... como boa filha de Proust que sou,tento recuperar alguma coisa pinçando na memória meus raros momentos bons.
Adorável Joe,como Suannes observou, texto para a "degustação"!
Beijos

ps:
Gostei daquela "lambuzeira" lá em cima, meu mouse ficou deslizando, deslizando e eu não sei nem no que!...ahahahah
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 4/9/2008 22:44 
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Cherry Blossom !...rsrsrs...posi é !...melado né ?...rsrs..
Brincadeiras a parte, legal vc ter vindo e gostado, querida amiga !...e vc foi ao fulcro : instigar a todos às lembramças "virtuosas"...cada qual a seu modo....cada qual a seu mote ...é por ai, Cherry !...beijo e Grato !
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 4/9/2008 23:35 
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Aprovado. Votado
Coluna do Domingos · Aurora (CE) · 5/9/2008 11:23 
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carimbando
Thiers · Niterói (RJ) · 5/9/2008 19:22 
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Joe,
voltando
bjsss
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 6/9/2008 23:07 
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votadoooooooooooo
Elliana Alves · Petrolina (PE) · 7/9/2008 05:17 
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cheguei tarde mas adorei tudi que li, parabéns
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP) · 7/9/2008 09:12 
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Obrigado a todos os amigos overmanos pelo carinho e votos !
grande abraço
joe_brazuca · São Paulo (SP) · 7/9/2008 14:28 
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Fantástica narrativa, modo de narrar. Modo de analisar. Fui me esgueirando desde o inicio, com a grande abertura e deparei-me com uma velha afirmação do meu pai. "Não conduzimos a nossa vida, somos conduzidos por ela". Faltou a meu pei dizer que
A VIDA É ETERNA. ATEMPORAL.
e perdi o fólego na Quimica.,
abraço
andre.
Andre Pessego · São Paulo (SP) · 7/9/2008 16:07 
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