Se deitado, eu, onde minha vontade criou leito e levou meu corpo; se posto este meu corpo no lugar mais certo, haveria descanso?
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Isso tudo que não alcanço e não tem fim, este infinito todo, talvez, termine em mim. Talvez seja eu o último porto do tempo de cada coisa que me alcança quando ando torto. Talvez seja eu o fim de tudo que chega a mim. Como se eu fosse o último ponto do caminho mais longo e logo no encontro me tornasse seu fim.
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Sou apaixonado por ela e me sinto satisfatoriamente amado. Talvez estejamos enganados e um dia, não de repente, a gente se engane por cuidado. E nos enganando, talvez, nesse dia tão, ainda, distante, quem sabe?, a gente não acabe se reencontrando; dentro desse cuidado, que é a vontade de não ser deixado.
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