Perder a mãe enquanto criança
É partilhar com Jesus o peso de sua cruz!
É dividir o vinagre oferecido a Ele...
É trazer Sua coroa de espinho cravada no coração!
É trilhar nessa vida o via crus
É ser crucificado junto a Jesus!
É ser irmão da dor!
É sentir
Frio,
Sede,
Dor constantemente...
É sentir o doce, ser amargo!
É atravessar esse universo sem guia...
É sentir a mesma dor que Maria,
Sentiu ao ver seu filho na cruz...
É sentir as dores que uma mãe sente ao partir
E deixar seu filho ainda criança,
E um poema inacabado!
muita dor.... lembranças.... saudade!!!!
guardamos no coração!
sempre!
abraços querida Marluce!
Querida,
Toda toda vida é poema.
Todo poema é dor
(ou amor)
Toda vida é inacabada,
Viva o teu e todo poema
Viva a vida!
Celio,
A pior dor do mundo...
Obrigada querido Celio!
Marluce
Juliaura,
Viva a querida Juliaura com seus comentários encantadores!
Obrigada!
Marluce
viva eu,
Viva tu,
Viva nós!
Agradecida, Marluce.
Marluce
Fiquei muito emocionada com seus versos. Essa semana estou publicando uma redação que minha filha escreveu em homenagem as mães. Concordo que não deve existir dor maior, assim como a dor de uma mãe que perde seu filho!
Tenha filhos Marluce, perpetue esse poema inacabado pela sua mãe, seja mãe e sinta todas as dores e alegrias. Viver é doloroso mas podemos transformar nossas dores em coisas belas, como seu belo poema!
Overbeijo
Cris
crispinga,
Eu sou mãe!
Você também, que graça divina!
"Constumo falar que não é um estado de espírito"...
. Espero a redação de teu filha!
Obrigada pelos tão elogiosos comentários!
Feliz dia das mães!! rsrsrs
Marluce
Em lágrimas dedico esse poema à Edelvânia, que deixou seu poema incabado...
Marluce
Querida ,como já dizia Goethe, um grande pensador alemão, "Apropria-te do que é teu..." Esse dom que você tem com as palavras é herança dos teus pais, portanto, cabe a você acabar belamete este poema!
Cris
crispinga,
Eu moro em uma cidade pequena, sou uma pessoa "tímida", de uma "personalidade forte", mas, confesso que nunca consegui sair desse universo que estou inserida poeticamente, diria esse casulo em que teimo em munca sair...
Meus trabalhos, conto nos dedos que os conhecem, meus filhos e algumas (poucas pessoas de minha família, não sei o porque, não consigo expor, mostrar, divulgar, "sei lá que doidera é esse? " rsrsrsrss Só aqui no overmundo me sinto bem em divulgar!!!
Vou pensar no que falaste de Goethe, apropria-te do que é teu...
Grande abraço grande ser humano, "Cris" e Gabriela, não vou falar em teu nome sem pensar que és "duas"!
Marluce
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