Os moradores daquelas ruas verdejantes
Retornavam para acudir os filhos esfomeados,
Quando bombardeios mortais descontrolados
Destruíam as casas e seus frágeis habitantes.
A violência dos ataques e da ganância
Não poupa a vida nem de pequenos inocentes,
Vai massacrando, destruindo impunemente...
Sob a égide da ambição e da ignorância.
Como um forte tsunami devastando
Indefesos e inofensivos - coitadinhos!
Sem piedade feito inimigo vil mesquinho,
Os homens e suas máquinas vão matando.
Mas não é guerra, pois as vítimas não reagem,
Apenas quedam dos seus ninhos os passarinhos
Ante a fúria do capital, esse mesquinho,
Ante a insana poda de árvores e folhagens.
E a vida continua... Deixando de lado pequenos seres que "não fazem falta alguma". Seu texto é muito bom! Abraços.
anamineira · Alvinópolis, MG 25/8/2007 16:13
Ana,
Há podas em todos os lugares, destruindo ninhos e sonhos, mas ainda nos restam a voz e a poesia.
Obrigado
É, Frazão, o peder belico já chegou no morro. O Iraque é logo ali e as causas não tem calças.
Frazão my brother, tua phoda é foda!
É disso, que gosto.
Benny.
FRAZAO,
belo poema, apesar da dor que o rodeia.
Você e sua sensibilidade, parabéns!
Abçs de Betha.
É isso aí My brother!
É a insensibilidade do homem-máquina, movido pelo combustível da ganância, ante tudo o que lhe rodeia...
Abraços
o título quase me assustou mas o poema assustou mais - lembrar que a gente abate bicho planta história e outras gentes
como o sobrenome de minha nona, essa dordó que dá
é froda
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