Poema
De lápis de cera e tesoura, desenha o mapa do teu coração
Transforma a centelha numa eterna combustão
Migra entre tuas infâncias, quando o sol era quimera a
Ser destronada
As sombras eram apenas contos de fadas
E a princesa vigiava as madrugadas
Ah, o tempo, morre enquanto nascem alvoradas
A cada soluço contido perde-se uma criança dentro de si
( uma árvore a mendigar sonhos e estrelas )
A criança, sim, a criança verdadeira
Sinto falta dela,
No pequeno espaço chamado esperança...
Magnífica textura poética.
Boa, Marcos!
Benny.
valeu, Benny.
Obrigado pela força!!
abraços,
Nada como a essência de uma criança para inspirar o poeta. Ótima escolha de palavras, com um ritmo leve. Senti-me mais leve.
Abraço!
obrigado, Alcy.
grato mesmo!!
abração,
Ah! Minha criança!
Que coisa mais doce...Criança é doce do mais doce mel...parabens MARCOS
obrigado, Cintia, pelo comentário.
grande abraço,
Marcos,
"O tempo morre enquanto nascem as alvoradas"
Que coisa né. As verdades não são tão lógicas, é preciso que alguem diga para que outros as vejam. Bravo,
um abraço, andre.
Marcos.
Poema com o perfume da ternura.
Belo, grande amigo
Noélio
obrigado, Andre.
muito grato, Noélio.
abração a ambos!
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