De dia te vejo sobre ondas
deste mar sem tempo e memória
por onde este barco de velas rotas
e sem rota
veleja fatigado de procelas.
De tédio e angústia
é feita essa tua ausência,
teu porto está longe
e não há regresso previsto
para essa viagem,
mas todas as noites, amiga,
surges em sonhos no convês
deste barco saturado de salsugem
e todas as noite, amiga,
galopas meu sonhos eróticos.
belos versos, Julio.
abração e Feliz Natal!!
Massa, Júlio!
Abraço!
http://interludios.blogspot.com
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