e queria
não mais fazer
(poemas)
não vê-los por onde passo
(!)
queria olhar pra uma mulher
a cortar peixes
e ver apenas
uma mulher cortando peixe
olhasse pra ela e visse
(só)
o peixe
eu amei.
a mulher, o peixe, a simetria. rs
foi pro banco de cultura então, não:! hmm
José...rsrsrs
É maravilhoso encontrar outras almas dispersas, em desconc(s)erto com lhe intrinseco..rsrs
Queria, mas já que não posso...sigo!
rs
..........................................
Marcos, obrigada. Vou ler os teus escritos. Abçs.
.........................................
Marielle, TAMBÉM! rsrs
(a (adorável) polêmica continua na outra página..rsrs
.....................................
Belo poema, Walquíria. Pelo que fala do ofício, ou do olhar da poesia, diz o que eu também gostaria de ter dito. Parabéns.
Haragano · Brasília, DF 4/2/2007 11:38Com isso de não querer ver a poesia nas coisas, Walquíria, você tá é arranjando pretexto pra mais um poema. Como dizem... "tô te lendo!"... hehe. Lembra Caeiro.
Antonio Rezende · Palmas, TO 4/2/2007 19:06
Você me fez lembrar um poema de Adélia Prado, chamado Paixão, que começa com os seguintes versos: "De vez em quando Deus me tira a poesia/ Olho pedra, vejo pedra mesmo." Eu prefiro olhar pro peixe e ver barris; olhar pra mulher e ver o fogo das estrelas. O poema de Adélia citado está no livro O Coração Disparado.
Abs.
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