Da minha goela saem palavras
Arranhadas de razão suicida
E o canto fatigado dos sós
Em peregrinação,
Rumando para qualquer sol
Que não queime o prumo do nariz.
Saem hinos, rezas e proclamações
Da minha goela arranhada
Pelo desencanto dos frágeis
De ação...
Saem narrações desconexas!
Gritos ou então cânticos
Saem arranhando minha goela
Invocando todo deus
Ou qualquer um
Nos olhos mudos do meu pai
E na doçura do meu único amor,
Que esfria minha febre
E me ampara nas estradas
De pedras soltas,
Que ainda teimo em tomar.
nossa!!! um dos poemas mais linnnnndos que ja li.
te devo esse momento.......belo momento.
bjssssss;
Que bom...
Fico feliz que assim te tenha tocado!
beijos
Edilson
lindos teus poemas amigo...bigadin pela visita, bjinhos
ALZIRINHA · Vila Velha, ES 18/6/2010 01:13Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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