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POEMA DE REZA, DE AMOR OU TALVEZ DE RAZÃO

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Edilson Jose · Assis, SP
8/2/2010 · 3 · 3
 

Da minha goela saem palavras
Arranhadas de razão suicida
E o canto fatigado dos sós
Em peregrinação,
Rumando para qualquer sol
Que não queime o prumo do nariz.

Saem hinos, rezas e proclamações
Da minha goela arranhada
Pelo desencanto dos frágeis
De ação...
Saem narrações desconexas!

Gritos ou então cânticos
Saem arranhando minha goela
Invocando todo deus
Ou qualquer um
Nos olhos mudos do meu pai
E na doçura do meu único amor,
Que esfria minha febre
E me ampara nas estradas
De pedras soltas,
Que ainda teimo em tomar.

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Cláudia Campello
 

nossa!!! um dos poemas mais linnnnndos que ja li.
te devo esse momento.......belo momento.

bjssssss;

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 8/2/2010 11:53
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Edilson Jose
 

Que bom...
Fico feliz que assim te tenha tocado!
beijos
Edilson

Edilson Jose · Assis, SP 16/2/2010 08:33
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ALZIRINHA
 

lindos teus poemas amigo...bigadin pela visita, bjinhos

ALZIRINHA · Vila Velha, ES 18/6/2010 01:13
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