Faço um poema urgente
Na cabeça um nada surgindo
Pensamentos se indo
E um sábado quente
Faço minha penitência
Imploro a falhos neurônios
idéias ou algum biotônico
Pra fazer funcionar minha inteligência
O nada vem mais aniquilador
Como um trator e suas retas
Quer me mostrar que não se é poeta
Por traçar uma meta
E querer escrever por um simples pendor
Rendo-me abreviado de ilusão
(posto em lugar merecedor)
A ser como sempre fui, um simples leitor
Sem poesia, a espera de inspiração.
Poema sem ensaio
que saiu meio cólica
A cabeça girando sem um raio
sem noção, sem retórica
As vezes a inspiração nos foge mas nem por isso o texto deixa de ser bom. Sempre transmite uma mensagem, bjs
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 21/5/2011 23:57
ô sem noção, tá saindo assim... com link na musa?
também quero essa conexão.
As vezes pega no tranco. É assim mesmo.
abraço Calango!
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