Entre o fim de uma prosa e o lançamento dela, minha segunda novela, O Império Bandido, uns versos me assaltavam vez por outra. E por esse modo irresistível se impunham além de mim, reclamando uma audiência que sequer lhes havia sido prometida, mas que, penso, supunham as escassas rimas, faziam por querer merecer. São por razões delas que se reuniram em caderno e aqui estão.
Também tenho aqui mesmo e no Recanto das Letras, pra baixamento grátis, outros poemethos, em 14 outros cadernos, e uma novela: O dia do descanso de Deus, todas as publicações edições do autor.
Nenhuma, saiba eu, tem editor outro à procura ou no encalço; embora jamais tenham se aproximado, afirmo, nunca foram espantados.
O que dói no osso, moço
é esse troço, esse caroço
persistente, latente
indisfarçável, da gente
os de baixo, os de cima
chame luta de classes
vero entrevero,
apelido ou qualquer rima
Os protocolos amigáveis, dos agentes colaborativos de ambos os sítios, aqui e alhures naõs e compatibilizam, mas asseguro que estão lá, embora os linques não funcionem.
Lá, é aqui: http://recantodasletras.uol.com.br/autores/adroaldobauer
Passando para ler de novo...sempre bom 'matar a saudade'
Cintia Thome · São Paulo, SP 27/3/2011 12:22Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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