Lá!que aqui jaz meu eu.
Some na poeira das palavras esquecidas o escândalo!
O divino e espontâneo escândalo teu que aquecia ruas e bancos!
Aqui!porque lá nunca mais vou.
Aparece nosso sândalo e explode em tempestade entorpecente!
O perfumado e incisivo sândalo matutino e constantino agora sopra e cingi as/os caras estúpidas/os!
Cá!já que a ti não confiou.
Esclarece o breu do não muito confiante conservante!
O assaz importuno conservante que se conserva na salobra dessas linhas e manchetes!
Por um único trilho mesmo que sinuoso, lá,aqui e cá,virá da sombra celeste infernalmente a borracha a borrar, o cheiro a emanar e os gritos a encantar!
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