Iremos sumir na uréia que lacrimeja dos vãos?Não.
E disse mais:serei o ópio do povo; enviarei incubências políticas às crianças; derramarei todo o açaí e feijão em toda e qualquer, se quiser, querência; transportarei de trem verbetes e siluetas de danças ao porto encabeçado.
E pronto?Sim.
E apronta mais: há pontos mais; serei contos contemporâneos a vocês e tradicionais aos que não lêem; transformarei encantos e meus prantos encheram suas bocas de metáforas, de infindáveis sinestesias brotantes.
E é fim assim?Não.Como os nãos não tens fins.
E prossegue enfim: assaltará sem armas seus perdidos sonhos,queimará seus ardidos ais enfadonhos; enrolará a tua língua e oque sobrar será resto, pois sem mim não haverá oque de ti para nos restar.
Uma poesia com ar de ''enfoque filosofal'' da realidade que nos cingi,espero que gostem!Um abraço.
Zé Neto · Campo Grande, MS 18/12/2006 19:39Uma poesia com ar de ''enfoque filosofal'' da realidade que nos cingi,espero que gostem!Um abraço.
Zé Neto · Campo Grande, MS 18/12/2006 19:39Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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