Pontos
A saga de um ser não termina
Como um ponto que finda
O texto.
Pois sempre há uma linha,
A escrever-se sozinha,
Nos recônditos dos dizeres
Dos fazeres, dos realizares
O único modo de pontuar,
Vidas,
É trazendo-as ao lume
Transgredindo costumes,
Usos e abusos,
Daqueles que comandam
(Insanos)
O planeta cinza...
Marcos,
vc sabe que aprecio muito o teu versejar.
É de um asimplicidade e ao mesmo tempo tão completo!
Pontos e linhas a escreverem aqui, a tua linda poesia.
beijos
Que beleza nobre amigo. Nossa poetisa branca pires disse tudo que penso. ímpar como sempre tua poesia, ímpar no mais belo e completo sentido, da poesia.
Higor Assis · São Paulo, SP 6/5/2009 18:11
... e que as suas verdades sejam ditas....em linhas
que possam calar sempre fundo na alma.
De forma a trangredir.......a acordar
a cor dar ao mundo........essa sua poesia.
que clama os poetas a desafiarem o sistema, acho que isso.
bjssss;)
É Marcos, infelizmente o planeta tá cinza aquecido mesmo! Portanto sonhemos a fé...vamos ao lume! Bjs.
patriciaborato · Rio de Janeiro, RJ 8/5/2009 18:59Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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