Entre as paredes que separam almas,
a rosa que as unificam
E o concreto acinzentado sob o sol
O corpo aquece, feito ferida descascada
Levemente untada com areia
A cabeça dói com a velocidade
Não, eu nem sei se do pensamento
Ou se do vazio
Mas sim, o vazio é veloz
Muito mais do que luz que acende
E as entranhas que atormentam
Não me deixam dormir a noite
Nem mesmo ao dia
Mas o que importa?
O sabor amargo ou azedo
é mesmo o que se tem?
Porque na verdade
O que é demasiado doce me dá enjôo
Nem sei o que é melhor
Talvez nem mesmo o seja
O que mais eu quero ver?
Meus olhos refletidos?
Muitas perguntas descabidas
Não cabem se quer
em qualquer resposta tola
dirigida a mim
por mim mesmo
Sim, de fato
Nem sei de mim
E quem sabe?
Nossa, que introspecção !!!
Olha poeta, acho que tdas essas respostas estao dentro de vc... e de mim tbm, e de tdos que a buscam,
Penso que temos que ir mesmooooo ao limite de algo, para nos descobrirmos de vdd quem somos. Né não ?
esse seu poema, me fez queres saber de mim... dos sabores e dores da vida...
Então valeu !!!
bjsssssssss;)
muito bom, votado.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 9/3/2009 17:11Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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