Deito-me nas vestes cálidas da morte
Abraço-te minha vida de todas as formas
Abrandando o ser nas noites de infortúnio
Ocaso do dia em tempos de verano.
Doce dia de poemas... Amargos dias de castigo.
Por não poder te ver... Nem te tocar.
Oh! Doce música da minha vida.
Oh! Tormentas de amor...
Momentos na sala fria não me deixam esquecer alguém...
O tempo passa matando meus anseios
Não mata minha a fome do meu desejo.
No intrépido sonho que me consome
Na mania de disfarçar com brincadeiras insanes
A dor de não poder tocar-te.
Queria ser uma fada que te visita
A loba que ronda a noite escura
Mas beijo-te as flores como beijaria teu rosto
Numa noite de amor enlouquecida
Com fartos deleites de amor e puro delírio da mente.
Na morte que separe a dor
Na vida que se prolongue a mesma dor
De tudo que me afasta de ti.
Meu mortal... Meu veneno... Meu vício... Meu ócio.
Dor que não tem nome que nunca tem fim...DELÍRIOS!
Malu, mais um belo poema!
"Dor que não tem nome que nunca tem fim"
Beijos!
A alma está servicilhada ao amor! Linda foto, lindo beijo! Linda paixão! Abraços.
raphaelreys · Montes Claros, MG 29/1/2008 07:53
Malu, que belo!
Nossa, amei!
Que belas metáforas em belos versos!
Parabéns!
Beijos
Belo poema! Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!
Vanessa David · Rio de Janeiro, RJ 29/1/2008 20:40
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