|
|
Um frente que deu pra trás quer ir adiante num barco só. Adianta não!
Digo de novo
E de velho digo
Novo e idade
Tem com isso
compromisso
Nova mente
Mente ainda
Toda e tudo
Dou. Tu dás
Bobagens
Bobos agem
Puros inventos
Onde achá-los
Pense no chá
Chá, chá, chá
Qual é o chalé
Ela de chale
Pense no que quiser
Pense, repense, pense
Não é bastante tornar
Instante o que vier
Estrelas esmaecidas
Farpas de pontas escandidas
Antes pontiagudas e polidas
Tornadas enferrujadas, ocas
Ensarilhadas descuidadas
Esfumaram-se extasiados
Encantados semitonados
Atrás de vidraças fumês
Antes pedras embodocadas
Serenados por cúpidas sirenas
Hostes outras preferidas praias
À noite enluarada, no mar
Eu, sempre amante dela,
As prefiro no éter. E amar.
sobre a obra
Tão rápida fui que penso ter batido um recorde olímpico de alguma modalidade ainda não capitulada. Não vou dar na tevê.
tags: Porto Alegre RS poesia lanternas
|
| |
 |
informações |
 |
|
| Autoria |
|
juliaura da Luz Bauer |
| Ficha Técnica |
|
numtem
|
| Data |
|
18/8/2008 |
| Arquivo |
|
2 Kb ·28 downloads |
| Licença |
|
 |
|
|
|
|
| |
Adicione seu comentário: para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
|
|
 |
|
 |
|
|