Coloquei pouca tinta
Usei pouco pigmento
E o dia nasceu cinza
E o dia nasceu morrendo.
Culpa da verdade
Nuvem de tempestade no olhar
Gota de lágrima
Página rota que não quer virar...
Dia nasceu cinza
E ninguém notou
Que coloquei pouca tinta
Em nosso velho amor.
"Usei pouco pigmento
E o dia nasceu cinza..."
Rangel: Poeta Pantaneiro!
Graças e poemas se dêem a todo momento
Na medida em que tiveres
A preciosa inspiração.
Sou seu fã de carteirinha.
Bela obra.
Abçs.
Benny Franklin
Benny, meu amigo!!!
Obrigado por sua visita tão querida e bem vinda.
Rangel, muito verdadeiro esse seu jeito de ensinar como não deixar envelheer o amor.
É bonito, muito bonito e um tanto triste.
Gostei demais.
beijos
Rangel, vim reler, sentir esse cinza, votar, me encantar.
beijos
P.S. E por acaso não sei?
Rangel, me surpreendendo a cada novo poema...
BJK
CRIS
Rangel!
Voltei depois de um tempo longe do overmundo e me deparei com esta maravilha de poema!
Obrigado!
Abçs.
Obrigado, Cris!!
A gente vai se reinventando!
Beijoca!!
Portoquá!!!
Voces me preocupam com esses sumiços.
Faz isso não, menino!!!!
Rangel, você só nao voa pra nâo se mudar do pantanal, andre
Andre Pessego · São Paulo, SP 29/7/2007 16:37
Vôo sim, André!!!
Abro espaço e
Vou até voce
pra lhe agradecer
levando aquele abraço!!!
...E o dia se fez noite, que se fez cinza, que se fez poema na pena de Rangel.
Frazao my brother · Anastácio, MS 3/8/2007 10:34Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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