Não há como fugir,
Não existem grades,
Detector de metais,
Protetor contra celulares,
Guardas armados,
Diretores mal amados;
A masmorra de nossos genes,
A prisão perfeita!
Cárcere perdido
Num oceano de paixão, ossos, sangue...
Onde se cumpre perpétua prisão
Por acidentes celulares,
De que não se tem culpa.
Só o amor,
Um desmedido amor,
Consegue romper
As malditas paredes
Que impedem o viver.
Só o amor,
Um desmedido amor,
Consegue romper
As malditas paredes
Que impedem o viver.
*****
Muito bom. A soluções de nossos encarceramentos só é resolvida através do Amor verdadeiro.
Saúde e Paz.
vi, li e gostei.
penso que o amor já foi tão amado
que hoje está estragado.
(na escrita, não na vida)
portanto conversando com você:
só o amor, um maldito amor, consegue romper, as desmedidas paredes
congratulações pelo poema!
saudações carcerárias
Só mesmo o amor consegue transpor todos obstáculos.
Abraços
Fred,
iniciando sua votação
belo poema.
" só o amor constrói!
bjssss
Esse amor que rompe as grades nos aprisiona em outras teias,só que prazeirosas
Beijos e parabéns,lindo poema
Frederico, sua percepção da vida presa ao biológico e o livramento que o amor representa foi fantástico! Estou mandando pro banco... abraço
Eric Araújo · Belo Horizonte, MG 15/9/2008 18:48Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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