Veio ensinar- me a tocar violão
Tocou meu coração
Tocou fundo tocou fogo
Queimo- me desde então
Tocou- me fundo com suas unhas
Feriu- me com suas artimanhas
E continua ferindo-me entranhas
Assopra e se vai pelas sombras
Levando o diapasão
Pelo qual eu queria
Afinar meu sangue
Agora hemorragia
Que só seu beijo estancaria
Jogou meu coração no chão
E agora pisa com salto agulha
De bom grado cederia o coração
Se o vinho dele pudesse
Alimentar sua gula
E anulasse sua ingratidão.
Bordão batido esse grito
Destoa de tudo
Atravessa paredes
Ecoa em meus ouvidos
Eu surdo mudo escuto
O intermitente zunido
E escutarei ainda
Por toda vida.
A professora chegou, virou, mexeu e deixou suas marcas...
Agora é só curtição
Aproveita e faz um som
Mostre o que te ensinou a Professora de violão...
Abçs.
alias, um violao de professora, abrs
victorvapf · Belo Horizonte, MG 19/9/2008 18:52
Salve, Sebastião!
Não é à toa que gosto de sua amizade.
Tens um jeito descomplicado de pensar
que o torna único.
Sou teu fã.
Parabéns!
Abraço Pantaneiro.
Grande, Sebastião!
Teu poema esbofeteia a injustiça.
Abçs.
Portoquá elogios vindos de você e desse ilustre pantaneiro, lustra e da brilho ao meu ego. No entanto eles são bastantes comuns devido a grande generosidade de vossos corações.
Obrigado mestre Rangel.
Obrigado grande Victor
Benny me deixas contente e vaidoso.
Abraços a todos.
Sebastião, querido, não dizes se além de tudo, por tudo o que fez ela, aprendestes a tocar violão.
E, em sabendo fazê-lo, por que não fizeste uma canção de amor pra ela ou pra uma medicação outra, talvez mais bela que essa dolorosa mestra da aflição.
Receita para paixão roxa só tem uma: outro amor, como doutamente nos diz a professora doutora Ize.
Jogou meu coração no chão
E agora pisa com salto agulha
Que imagem Sebastião! Perfeito teu poema. Gostei demais.
Abraços!
Pode ser. Amiga pode ser. Amiga Juliaura
Porém só de saber de overmanos e overmanas como você
E a Nydia, eu já me sinto menos triste.
Obrigado minha cara Nydia.
Valeu a visita de vocês.
Beijões a todas
Pode ser, talvez outra seja a cura
Mas eu ainda estou na secura
Sem animo para procura
Não tenho coragem
Nem de abrir a janela
Com medo de perder
O cheiro dela
Que trago nas narinas
Sei o mundo cheio de meninas
Que se pode ganhar e perder
Amores em todas as esquinas
Mas demorarei pouco ainda
Para por o meu de novo na rua
Até lá a tristeza continua .
De amigos em amigos vamos abrindo um leque de amizades
vi seus comentários em diversos textos
Beijos e meus votos
Depois de ler seu poema , quero aprender a tocar esse violão, suas notas estão perfeitas , parabéns . Deixo meu voto e admiração . Abraço...
delen · Cotia, SP 22/9/2008 12:01
puta que pariu cara...
sem acordes dissonantes...
versos rasgados e enfiados
goela abaixo, maravilha!
abraço,
Tá, agora que já dei pro banco, os meus votos de muitas felicidades, quero ouvir o violão que tu aprendeu coma tiassora.
Toca aí Bastiãozim. Não faz doce, toca, tá.
Juli.
Quierida que honra ve-la novamente.
Vou tocar sim. Aliás estou tocando devagarinho
com amor e carinho. Não pude gravar para postar
mas gravei para mim algo que por via das dúvidas
achei melhor censurar. Ainda que você seja uma mana maravilhosa
me aguarde mais um pouquinho.
Pois que no momento estou com a cabeça, o coração e as mãos
( principalmente as mãos ) ocupadas.
Mas lolgo... Logo estarei tacando para você ainda quepara isso
tenha que ir até Porto Alegre.
Delen- Delen- Fico muito grato e feliz.
Obrigado por vir me visitar.
Abraços.
Mota. E assim a gente vai rasgando nossas fantasias, nossos sonhos
nosso dia- a- dia.
Ai- Lu: Vamos abrindo o leque/ tomando pileques/ como se fossemos moleques/ Até que o destino puxe nosso breque.
Satisfação grande ve-la por aqui.
Beijos.
Obrigado amigo.
uauuuuuuuuuu..
bem-feito! (explico..)
poemão, hein?!
ps: a juli controlando a situação, rsrs..
(sério) gostei muito do poema!
bj
Quando vir a Porto Alegre, Bastiãozim, não deixa de visitar a catedral metropolitana.
Antes disso, dá um toque, que eu ainda não voltei pra casa, tô passeando na zoropa e ficarei uns dias mais entre espanha, itália e holanda, que o trem é bão aqui...
eita tu, hein Frann, di lascar.
Fran e Juli.
Tomem conta da situação
tomem conta dos meus olhos
Tomem conta do meu coração.
Cuidado Meninas: Meu coração anda muito frágil
não aguenta tanta manifestação de carinho e simpatia.
assim ele arrebenta/ Mas mesmo arrebentado ele ainda
será de vocês.
Sebastião Firmiano · São Paulo (SP)
Professora de violão
Muito bonito.
Uma verdadeira e bela cancáo.
...Veio ensinar- me a tocar violão
Tocou meu coração
Tocou fundo tocou fogo
Queimo- me desde então...
Parabéns.
Abracáo Amigo
Gostei muito parabéns...
Muito bonita a poesia...
e obrigada por ter comentado meu texto tambem...
Abraço...
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