Rogo – filhos meus – por vosso siso
Quando a brasa das paixões vos inflamar
E então julgardes que podeis amar
Eternamente. Quão fugaz é vosso riso!
Quando vos aquece e acalma, o amor oculta
Em meio a tão vivazes vestes, morbidez!
E quando o júbilo vos colore a tez,
A vossa própria chama vos sepulta!
Pois que temíveis são os seus caminhos...
E quão bizarros se vos apresentam os fins!
Amar é inumar a alma nascitura
- Sedenta de afetos - no esquife da amargura.
É condenar à vida os pobres querubins!
Torná-los inumanos... Mendigos de carinho...
Muito bom!
Parabéns!
Piegas!
Poeta Jorge,
Sonata (soneto-toada) de prazeirosa leitura, escrita e descrita sem discrição de ser bela sem disfarces. Bravo!
Piegas,
Obrigado pelo comentário.
Marcelo,
Fico feliz pela recepção do soneto. Obrigado.
Um grande abraço.
mais um maravilhoso poema!
abraços!
Obrigado, Célio, pelo seu incentivo certo e caloroso!
Poeta Jorge Henrique · Nossa Senhora da Glória, SE 17/5/2007 22:12acho que isto está muito bom.
André Gonçalves · Teresina, PI 18/5/2007 02:58
hehehe... André, achei seu comentário diferente, mas gostei.
Seja bem-vindo.
Que belo soneto poeta Jorge! Eu achei este tralho, um expetáculo. Meus sinceros aplausos.
Carlos Magno.
Obrigado, grande Carlos!
Um abraço.
Olá Poeta Jorge, Desculpe pelo tralho, eu quiz dizer trabalho. Abraços.
Carlos Magno.
Sem problemas, amigo Carlos, acontece.
Um grande abraço.
Vi voce no Benny Franklin...Amei teus textos!!!Parabens para os dois!
Cintia Thome · São Paulo, SP 15/6/2007 23:41Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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