Um absurdo,
Quase noite
E todos os letreiros
Apagados,
Não consigo ler.
Acabou a gasolina
Do meu carro.
Não vou esquecer
Anestesia.
Só um gole, todo dia,
Não faz mal:
So crazy, heavy metal,
Babilônia, o escambal.
Acabou a paciência.
Já não tenho mais ciência
Dos-meus-a-tos.
Não escondo
Mais os fatos.
Já não minto,
Já não pinto
Esconderijos
Nos-bo-a-tos.
Sem problema:
Vou andar por Ipanema
Re-la-xa-do.
24.09.02
Isso aí dá samba hein Peu? Do mundo todinho menino!
Marcelo Cabral · Maceió, AL 26/9/2006 18:06
Pepeu!
já tava achando estranho vc não ter postado nenhuma poesia aqui, menino-prodígio!
Agora, poxa, porque Ipanema e não Guaxuma, que é teu lar?
Taty, minha linda, bem que eu queria ter colocado a minha praia de guaxuma nesse texto, mas precisava de um lugar com quatro sílabas, sacou? Valeu o comentário.
Muitos bjos
eu saquei a necessidade de composição, mas me referia não ao "encaixe" de Guaxuma no texto, mas da inspiração mesmo...retorno os bjos!
Tati Magalhães · Maceió, AL 27/9/2006 19:16Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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