Quando eu sinto que amo
eu pisco, beijo, amasso,
me esparramo, quase colapso.
Boto a mão em tudo que é lugar,
do meu amor e meu também,
beijo, espalho batom, tô nem.
Roço tez na tez. Tesos ficamos.
Se eu disser apenas que amo,
fico devendo pro tamanho
do que sinto. E sinto, assim!
Se é maior que a palavra
e o verso pouco, raso, fraco
Ah! Verso pequeno, acanhado!
Eu distante, assanhada,
é ele só pra dizer tanto fado.
E tem dias que até à noite,
Mesmo enluarada pôe tua falta.
Eu, estrelinha, aconchego as mãos
em mim e te acaricio, benzinho.
Tão como se estivesses em mim.
De si para si, guria, ao estilo
de Heideger. Texto interessante!
Abraços.
Juliaura, que delícia!!
Ah, é assim mesmo! E vc descreve com tanta graça que adorei de verdade!
Beijão
Roço tez na tez. Tesos ficamos.
Jú!
Faça isso não. Eu morreria...
Poema de conquistar corações.
Belo!
Meu Deus Juli, coisa mais linda esses versos. Tão sensuais e tão amorosos ao mesmo tempo.
"Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem..."
Saudades de ocê
Bjs da
Ize
Poema veramente delicioso!
Adorei! o titulo magnifico!!!
"Que faço sem ti?" Eu sempre me pergunto isso sabia?
como fazer ? Como ficar sem ele?
Lindoooo!
beijo na alma!
menina...
que coisa, hein?!
uma delícia de poema.
beijos.
Uma pureza imensa
um delírio
Ei Paixão
Lindeza Juli
inicio aqui sua votação com carinho!
beijo!
Juli,
lindo poema !
essa distância que nos faz ser
estrelinhas.
bjssssss
Olá,
Vocês todas lindas pessoas amigas d'eu e maravilhosas que fazem tanto bem à alma eu aqui tão longinho e tão pertinho d'ôceis também.
Eu quero agradecer e beijar todas, uma por vez,
em fila, nas bochechinhas adoráveis
que me dão tanta alegria de viver.
E, nessa hora feliz, eu agradeço
à minha família,
que me deu essa oportunidade
e queria também dizer
que fizemos o que o professor pediu
e demos o meu melhor de mim
para todas que quizessem
e pronto.
Beijo e tchau, que tô indo pro campo ver umas plantas que dão em cachos que esmagam e sai um caldo que dá uma coisa tinta que deicam fermentando e chamam de vinho e dá umas tonturinhas beber em gotas direto das pipas... deitada... no chão, eu acho.
Ou os guris estão me tirando pra tolinha, que eu já bebi de pipa, mas de pé, encostada na parede, e até sentada, mas deitada é novidade das buenas.
Tô de macacão de brim e já de água na boca.
Depois eu conto.
Grata, sinceramente.
Esta em nós
desatando e apertando nós com unhas e dentes
e o hálito do perfume cheirado trazido do jardim da alma.
Não importa se, amanhã as flores etarão murchas.
Interessa, beija-las hoje.
Juli por favor.
Não fique muito tempo nas oropa.
estou com um cisco no olho
tou precisando de você prá assoprar.
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