Sabes mesmo tudo:
finjo,
fujo,
corro
sândalo que arde
em culpa...
me entrego
ao teu amor
pouco
importo-me
morro
Grande poeta, minhas reverências ao poema, ao duplo, aos sentidos do amor que, indo ou vindo, não permite fugas. Prende e "queima".
Permita-me dizer que ontem, no meu Eufeminismos, escrevi um poema que começa exatamente como este sem, no entanto, alcançar tal altura.
beijos, voltarei.
Ah! Saramar,
Não sei, não sei mesmo, quem antecede quem, na medida exata em que o verso de Frann me inspirou e tu escrevestes ontem.
Perceba, amiga, de nós nessa mesma imensa planície, fui quem por último escreveu, que só o fiz ainda hoje, enquanto as vossas vibrações estavam já todas no ar que respiramos, não é fato?
Ainda assim, grato.
Como diria meu pai, se vivo, fôsse:
Pouco e bom! Sob os pequenos frascos repousa
os mais perfeitos perfumes.
Aqui, repousam, um!
Abçs. Benny Franklin
Benny,
Quando digo digo, não digo digo, digo Diogo. Ou diego, irmão gêmeo dele.
Entendi que quiseste dizer repetindo teu pai, que vivo estgá em tua lembrança: "sob pequenos frascos repousam os mais perfeitos..." e " aqui, repousa, um!". Pelo que, amigo poeta, sou ternamente agradecido.
Voltei para votar.
Adroaldo, pensei exatamente oque você disse quando li e comentei o poema. parece haver alguma osmose (ou seria simbiose?) no ar, ainda que inconsciente.
Belo!
beijos
grande Adroaldo...
belíssimo poema,
um abraço, votadíssimo!
Poema Fogo!
Arde. Bom demais. Adorei
abçs.
Votado.
Cíntia, Felipe H, C. fishing, Saramar,
agradecido.
Sois boníssimas almas a incentivar vosso amigo escrevinhador.
Agradecido, amiga.
Podes dizer-me de qual deles dois gostaste?
Um fiz inspirado em Arde!
O outro te digo depois de que é inspiração.
gosto mais desse. que sabe morrer de amor para renascer.
mas...esse papo de cabeça pra baixo,rs.. cuidado, hein? rsrs.. é vicioso! e haja terapia..
meio desafio ou sei lá... insanidade mesmo..rs
mas ser são de tudo, também não tem graça.
melhor solfejar e passear nas palavras- penso eu.
Não que tenha planejado assim Frann.
É que resultou.
Nesse primeiro, a culpa é atirada a terceiro, em razão de perfume.
No segundo, que é de mesma inspiração, embora veladamente, porque de cabeça pra baixo, o sujeito assume ele a culpa que pensa ter, por inteiro, aí em razão do perfume, que deve tê-lo enlouquecido, porque há muito sequer conhece a fragrância, se me entendes.
E, se não entendes, porque não há obrigação em entender da loucura de poemas (e, quiçá, de poetas) está dito e ponto
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