Eu sempre soube
Que fazer o que eu queria
Faria o meu querer
Saber o que podia
Ou não
Eu sempre quis
Fazer o que sabia
Sem saber se o fazia
Porque queria
Ou não
Eu sempre fiz o que sabia
Pensando querer
Mas quando o que eu queria
Se impôs ao meu fazer
Meu saber virou estrepolia
Virou festa, excitação
Virou alegria
E, sem saber se podia ou não,
Trouxe dor, sentido, imaginação
E eu descobri que, no fundo,
O querer que eu fazia
Podia ser
O saber que eu queria
Ou não...
Você surpreende com essas equações poéticas, meu querido
quer aquilo que deseja?
Esse saber que queremos sem saber
bjo
CD
Bem... resumindo.
Ainda bem que voce fez.
Um abraço
Que tortura poética Enquanto..
saber o que quer pero não saber se quer.. por isso eu nunca penso mto no q quero.. faço logo deps vejo.. rs se for pensar mto n sai nada então não penso. mas vc pensa e conclui... conclui????
Com prazer inicio sua votação!
beijo no coração!
que labirinto, assim você prende o leitor numa redoma de reflexões do querer e do fazer, fazemos aquilo que queremos? Queremos aquilo que fazemos? ou nada disso?hehehe
Muito bom
Parabéns
votos e abraços
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