Talvez elas ajudem a diminuir
Quem sabe anestesiar
Ou mesmo sanar essa maldita dor
No silêncio dos travesseiros
Finjo que não existir ausência
tento me esconder do mundo
Algo espreme meu coração
Sufoca meus pulmões
E faz lágrimas rolarem
O amor é assim
Tira um pouco da vida
E abre grandes feridas
Me faz dormir e ter insônia
Me faz sorrir e chorar
Faz a saudade me comer por dentro
E orgulho me tirar do mundo
Silêncio...
O príncipe virou sapo
O castelo virou fortaleza
E a solidão minha melhor amiga
"Silêncio, o príncipe virou sapo".. gostei.
Acho que no primeiro parágrafo faltou um "m" no quem.
Obrigada pela dica....
Realmente faltava um "M"...
Que bom que gostou!!!
Mas o que você chama de amor ai é paixão, que já sofri muito igual que nem esta ai!
Amor, que agora tenho, é calma, é paz...
Bonito, Milena! Muito bonito...
Abraço!
Te dou um ombro amigo!!!!!!
Se quiseres...
Zéduardo, não sei até onde é amor ou até onde é paixão, isso que agora em machucando, mas nele tamebém teve calam, paz e perfeição...
O mundo dá voltas
Meu querido Castilho
Ombros são adoraveis, mas minha dor passa com poesias.
Que bom que gostaram
Obrigada...
Amor, paixão e dor, quase sempre andam juntos, quase sempre nos confundem.
Uma pista: paixão é misto de ilusão com tesão, as cores são fortes e tudo é tão intenso que perdemos a nossa do eu. Nasce do desejo de ser o outro.
Já o amor é estar centrado e inteiro, é o supremo reconhecimento de si próprio, é estar com o outro não por precisão, mas... por amor, e só por ele mesmo. Nasce da admiração ao outro.
O primeiro é mais valorizado na sociedade moderna que o ultimo, até porque é necessário para o universo capitalista vender o que der na telha, pois a paixão é sempre carência e a publicidade pode dar alternativas de produtos para nos preencher. É fácil convencer usando o desejo.
O segundo não vende bem, já que nos satisfaz por sua própria existência. Então é relegado a discriminação. Assim, uma relação pode ser linda, ter um bom sexo, nos dar a sensação de boa paz e a gente termina porque não tem o embate, o arrebatamento. A admiração não vende, só faz bem.
Trocamos a certeza pela ilusão, escolhemos sempre o efêmero em troca do eterno, porque fomos educados pra achar que só vale a pena o que é bombástico, o que é "o melhor", que nem sempre é "o que é bom".
Aprendi cedo a fugir dos truques químicos da paixão, porque uma vez imerso neles, não há volta a não ser a dor. Mas esta é minha experiência e a verdade do jeito que vejo atrás das coisas que o coletivo a minha volta insiste em chamar de realidade. Tem gente que prefere o vicio dos hormônios e se diz feliz, fazer o que...
Mas uma coisa te digo: tudo passa no seu tempo devido. Enquanto isso, manda mais poesia boa assim.
Bem o estilo dos meus poemas...
Dê uma olhada nos meus...
tags: poemas - cuiabá
(Cegueira, Minutos, A dor, O qudrado amarelo de Concreto, Angústia Retida...)
Um abraço...
Zéduardo...
Me deixaste sem palavras...
penso como você...
Adorei o que você escreveu...
Até coloquei no meu orkut...
Jana, que bom que gostou...
Legal escontrar alguém que escreve como eu
Mi, me adiciona lá no orkut!
É o mesmo nome que uso aqui...
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