O sentido de retorno,
quando sequer se foi
sabe à dupla satisfação.
Cheira a açucenas!
Assanhadas, as melenas
Se reinventa, cria, crê!
O espaço se amplia, dilata
À faca, tal aberto à chave
Tudo belo... e bem feito.
Ainda vãos os vôos,
de norte pra sul no calor
de sul pra norte, por amor
bajo la dolor
abaixo do equador,
Sem sabor de pecado
a noite sempre vem
carregada por alguém,
esperada a amada
doação, entrega
como nem se crê,
nada é só o que se vê,
sequer chuva é só água
.....e eu aqui, esperança que o passaro metalico o traga de volta...........ai te leio.......e choro poesia.
de um amor que nao mais.......lembranças de "O SENTIDO DE RETORNO,
QUANDO SEQUER DE FOI "
amei.
bjsssssss♥;;
Mais que voltas sem idas, Claudinha, bate o intenso desejo de nunca ter saído e sempre ter estado.
Sonhadores, sabemos, entanto, pé na estrada, que nunca e sempre, sendo o mesmo, não existem e, num repente, numa moda de viola, quem sabe estar-se-á contente.
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