Tenho medo da minha vontade
vontade de liberdade
do que me impede de voar
No vento a vontade livre
O vento que gela a espinha
por que sabe que ao fim da linha
liberdade há de apagar
E o gozo do morto ser
na ansiedade do peito brota
O corpo que se espatifa
liberta a alma morta
Este poema é de um grande amigo. Gosto muito dele, por isso quis compartilha-lo.
Vôo para baixo não leva longe. Gosto do "alma morta". Figura interessante.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 4/12/2008 17:57Para comentar é preciso estar logado no site. Faa primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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