Reumapoética
Dói a poesia
Em minhas veias
esclerosadas
Como dói
O sangue derramado
Nas páginas com poemas
De amor.
Mas seja como for,
Doem-me também
Os ossos do reumatismo
E os poemas
Desarticulados
Nos baús da memória.
Ah! É sempre a mesma história:
Como são idênticos
Os poetas e suas doenças
Numa crença
De que gota a gota
Nem a doença é muita,
Nem a poesia é pouca.
semelhantes somos
poetas loucos...
Bela poesia!
Agradecido.
Abraço
JJ
Belissimo poema!
Perfeita descrição dos poetas...
bjo.
Toda Poesia ainda é pouca para quem desgusta o Belo, seja ele de que forma for... Bem articulados os versos emolduram nossa versão das coisas... E são deleite para nossos olhos cansados das gratuidades malsãs... Belo! Aguardo votação... Aparece em http://www.overmundo.com.br/banco/erro-de-calculo... Abraços...
Pepê Mattos · Macapá, AP 25/12/2007 16:18
Perfeito!
Dói a poesia
Em minhas veias
esclerosadas
Como dói
Abçs
mais uma vez, Parabéns!!
a tua "pouca" poesia traz a certeza de que há muita coisa
bela a ser desvendada.
abraços,
Eita, mestre!
Foi longe, nesse poema!
Abraço grande
http://interludios.blogspot.com
Conforme anunciado, eis-me aqui para sacramentar meu voto... Beleza, JJ... Abraços...
Pepê Mattos · Macapá, AP 27/12/2007 23:17Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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