O dia amanheceu
E com ele o sol que se esconde na noite.
Eu tinha algo pra dizer
Ninguém apareceu mas mesmo assim eu escutei
a voz sozinha falando sozinha algo para eu entender:
“Quem anda com porcos, farelos comeâ€
Ando comigo mesmo não tô nem aÃ
e nem aqui o que falam, me consome
E você sabe me escondo por aqui
Te espero aqui ontem, te esperei amanhã
Me desespero há algum tempo
Eu te espero, não espero mais!
Sempre acreditei que iria acreditar
O futuro me enganou, me negou
Não dá mais pra aceitar
Aceitar o que nem sei
Nem sei se posso aceitar
Se preciso aceitar, aceitarei!
É preciso arriscar!
Nunca me passei
E nem sei como passar
Pro outro lado, “presse†lado de lá ou de cá
O que importa é que estou aqui sem pensar
Nas pedras tentadoras que me fazem tropeçar...
O revólver com uma bala não me atingirá,
Apenas me permite condições para apertar. {BIS
O gatilho é muito duro, temos que forçar.
Só assim teremos a certeza se vai disparar.
O dia amanheceu...
Paulo
Brilhante como o amanhacer...Poema e versejar rico , metafórico Ãmpar. Volto
para votar...
abçs.
Paulo votei...
Que bonito poema Paulo...
Bjus.
PJ,
Se não for letra de música, é prosa poética angustiada. Nesse caso me parece que o vilão é a dúvida corroendo a massa cinzenta e deixando ainda mais trêmulo o dedo no gatilho. Boa! Um abs do amigo.
Sinto muito, mas vc vai ter q aceitar. Estou lhe mandando para o banco! Parabéns!
Um forte abraço
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