Toca-me a rosa de puro sonho
que invade e entorpece meu ar;
eu, longe das aves azuis, danço
na valsa que invade meu silenciar.
Valsa silente que eu sinto
fecundar minhas toscas poesias;
valsa de embriões pseudo-poéticos:
curadores das dores de elegias.
Valsa de amores mortificantes;
assassÃnios enfáticos da razão.
Dar-te-ão a morte silenciosa na noite
em que tu sentes a falsa paixão.
Toca-me, então, a rosa silente
que vomita os amores aprisionados;
e desde já, eu no teu fÃgado:
na prisão de amores afortunados.
Uma vez escrevi na areia algo sobre uma pessoa que silenciava ao barulho das ondas... Era uma rosa silente
O que escrevemos na areia, as ondas levam!
....mas, o que escrevemos no coracao de alguem, eternamente
permanece!
Lindo seu poema qrido poeta; eu me calei diante dele!
bjossssss....voltarei!
maravilhoso trabalho, gostei.votado.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 14/2/2009 13:28
Confesso q ñ entendi. Acho q vc foi tao profundo no seu sentir, ao q parece, q eu...valsei. mas nao entendi.
pelo inusitado e intrigante poema
meu voto e...
bjssssssss ;)
Amor sangüinolento... amor e dor forma uma rima constante na vida de todos.
Eric Araújo · Belo Horizonte, MG 17/2/2009 10:34
Valdemar, você usa as palavras com muita propriedade e dá um diferencial em sua poesia. Parabéns. Votado
Ivette G M
Que maravilha, vem escrito, mil votos!
Roberto Pelegrino · Campo Grande, MS 18/2/2009 00:05votando, abraçossss
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 3/3/2009 19:38Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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