Ouço ao longe o som dos tambores
Que festejam a queda da minha espada
Gloriam-se nas minhas desventuras e minhas dores
Mas este é apenas é o inÃcio da jornada...
Escolhem as flores para meu funeral...
Até um concurso de epitáfios ele faz
Dá como premio uma tese sobre o mal
Para dizer com glória: meu inimigo, aqui, jaz...
Mas das cinzas e dos mortos eu levantarei...
Quantas vezes for preciso!
Para num tempo oportuno e decisivo...
Sorrir por último em juÃzo!
Para erguer o estandarte da liberdade...
E morre no lugar do injustamente condenado!
Firmarei o orgulho de ser eu mesmo...
E não um mero mascarado...
Aguardo o som dos novos tambores
Para o dia da batalha final
Em que o “organismo†vencerá a “organizaçãoâ€
E todo o bem vencerá o mal
Neste tempo os meus erros já são por todos conhecidos...
No entanto esse será o dia
Em que à luz, serão despidos todos os meus inimigos.
Mas em nome daquele que justo
Não ajuntarei flores nesses túmulos
Nem beberei e nem comerei diante de seus cadáveres
Mas certamente cantarei um hino de vitória
E assentarei no trono que a mim já está preparado.
Todos somos "Reis" no domÃnio que conquistamos, e muitos são os adversários dos que triunfam... Nessa batalha perpetua ora perdemos ora ganhamos, mas é ceryo que a vitória será daquele que consegui se levantar!
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