O Brasil é o único país do mundo onde garota de programa tem orgasmo múltiplo com cliente, caftén sente ciúmes, traficante de drogas é usuário e o governo opera em “black”! Minas Gerais tem coisas de que até o próprio Criador duvida e o Norte de Minas é campeão da exclusividade na curraleiragem tropical
Relata o grande Guimarães Rosa que o mineiro carrega o sertão dentro de si. Carrega o agreste e as treitas que são próprias dos roceiros, bebedores de uma boa cachacinha e pitadores de cigarro de palha com raiz de carapiá. Chapéu de palhinha atolado na cabeça.
No bom Santo Antônio da Pedra-Mg e com a caduquice do padre Rigoni, o bispado enviou o recém ordenado padre Rinaldi, um “galalau” com pinta de Silvestre Stallone tupiniquim.
Jovem, bonitão, cobra criada, fã de Roberta Miranda, alma chegada a uma paixão tórrida e uma saudade sertaneja. Um apreciador de “galinha caipira”. Chegou e abafou! Foi o maior sucesso entre a mulherada que ficou de coração revirado.
Diz o mestre Balzac que: as mulheres amam por excelência as contradições, as incoerências e os maus sujeitos!
Na primeira missa celebrada encheu de saias a igreja que vazou pelas portas laterais e foi preciso chamar uns jagunços para ajudar a conter a turba, que após a missa queria por que queria invadir a casa paroquial. Ante a fartura de mulher, ele, esperto que só, optou pela Dindinha, uma cabocla “espritada” de ancas largas, seios fartos e coração inflamado.
Embora fosse casada, o maridão de Didinha passava a maior parte do tempo viajando a serviço de um fazendeiro local e só passava no povoado às pressas, aproveitando a ida do patrão para deixar o dinheiro da feira e acertar a escrita conjugal (lá deles).
Na casa com Didinha, não demorava mais do que duas horas e logo estava botando o seu cavalo de novo na chuva! Para o animado padre Rinaldi era uma mão na roda. Pois, além da constante disponibilidade da Dindinha, a chácara que ela morava era afastada do centro e, num cenário ideal a casa cercada de moitas e espessa vegetação. Além do pré-requisito maior: A caipira ficava sozinha em casa!
Não deu outra! Tanto ele como ela ao se empolgarem e ficaram na maior sapituca! Ele levou-lhe um pacote de biscoito fofão de presente e com meia hora os dois já estavam na cama!
Era só o Tetéu, marido de Didinha estar fora e o padre deixava o sacristão no controle dos trabalhos e dizia ir visitar fieis perdidos nos rincões. Montava o alazão, tomava uma talagada dupla de uísque para dar impulso e vâmo que vâmo!
Chicliplí, um menino danado vizinho a um campo de distância da Dindinha, já estava manjando a jogada do padre. Tinha lá suas dúvidas. Seu pai (dele) foi trabalhar em São Paulo e como não havia ainda enviado recursos para a subsistência da casa, a mãe confiou-lhe a missão de vender o único pato de estimação da casa.
Malandro como ele só, pois já havia visto o galalau do padre passar a trote largo, foi até lá e vendeu o pato na marra para o mesmo, por trinta mangos. Mal recebeu o dinheiro da venda e o Tetéu, marido da Dindinha, sem ao menos avisar, vinha a galope, doido para tirar uma!
Ela, no desespero escondeu o padre, o menino e o pato dentro do indefectível guarda-roupa. Uma hora depois, o Tetéu já tendo acertado a escrita, deu no pé de volta para apanhar carona na caminhonete do patrão.
Passado o sufoco, Didinha destrancou o salvador guarda roupas e o Chiquiplí, nesse ínterim, já havia vendido e comprado o mesmo pato para o padre umas cinco vezes sempre com preço menor do que vendera e revendia-o com over price nisso, já havia apurado 100,00 reais.
Tudo na mais pura sugesta curraleira, pois o padre Rigoni suava as bicas com o calor do guarda roupa e pela perspectiva de levar uma facada 12 do marido traído.
Chiquiplí voltou para casa com cem mangos no bolso e o pato de estimação retornou à sua rotina, no terreiro, comendo insetos dípteros!
E, de novo, tudo azul na chapada de Santo Antônio da Pedra!
O sertão do Norte de Minas, cenário das tragédias e comédias rosaseanas onde acontecem coisas que lhe são próprias. O comedor de pequi tem uma semântica libidinosa curraleira e uma alma cheia de treitas. Finge-se de tolo, fuma cigarro de palha, bate catira, dança lundu, bebe uma boa cachaça com “ruzaro” e embebeda o vizinho apenas para pode cantar a sua comadre.
raphaelreys · Montes Claros (MG)
SANTO ANTONIO DA PEDRA
Extraordinãrio e durante uma rapidinha uma negociação sem fim.
As coisas mais incríveis, em meio a maior simplicidade.
parabéns.
Abração Amigo
O que mais admiro em seus textos
É a conjugação da percepção do poeta/escritor
A inserção do homem ao seu tempo ...
Mas isso, conjugado a uma construção de cultura geral
que enriquece o texto !
O Brasil é , de fato , um País "suí-géneris"
Que eu saiba é o único que não para de descobrir petróleo, desenvolve novas tecnologias de biocombustíveis , conta com a baixa do barril no mercado internacional e - ainda assim - tem uma estatal que não baixa o preço da gasolina ...
tsss - tsss
Azuir Filho! Meu nobre mestre! Viu só a experteza do garoto da roça!
Ivan Cezar! Obrigado pela energia meu caro overmano! Necessária ao meu aprendizado como cronista!
muito bonito amigo e depois eu volto.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 12/5/2009 12:34Raphael, como nos contos de Guimarães Rosa, "com um pingo no i, vosmicê me dissolve", eita prosa arriada, palavra tão cortante como "jagunço na escuma do bofe", ô palavrear roseano que encanta, sô...ô comprade tem um cigarrim, aí? Eu então, que tõ de 4 pneus arriado por um minerim, que inclusive como o marido de Dindinha viaja muito mais que caxeiro viajante, rs...compreendo bem certas coisas...aliás Minas tem uns padre muito bonitos num sabe...Adorei, e sempre direi isto dos seus causos, Viva Guimarães Rosa, Minas e Raphael Reis!!! Bjs.
nina poeta · Rio de Janeiro, RJ 12/5/2009 12:58Raphaelreys, nessa de coelhinho - vai ser bom... não foi... - o padreco dançou. Você não é fácil, vem com cada uma... isso é porque mineiro come quieto? Parabéns amigo. Bjs, Mirtes Carvalho
Mirtes Carvalho · Rio de Janeiro, RJ 12/5/2009 13:11Rapha, rapaz, vc me deixa atônita com seu textos. Eu começo a ler seu conto e vou dando gragalhadas, pois descreve os personagens com uma destreza que me sinto dentro da cena que narra.Adoro essa linha que escreve, vc é muito talentoso e seu jeito matreiro, torna a narrativa ainda mais interessante. Parabéns! Bjs.
Daniele Boechat · Rio de Janeiro, RJ 12/5/2009 13:42
Um conto cheio de nuances poeticos e hilario.
uai sô! ajoelhou tem que rezar, não?! rsrsrs
adorei.... ahhhhhh esssssssses mineiros!!! hummmm
bjssssss;)
Raphael,
que conto bom demais...
"O padre que queria pecar!
e Chiclipi heim?
menino sabido da peste!
deu gosto de ler.
bjs
W.Marques! Axé pela passagem em Sto. Antonio da Pedra!
Nina Poeta! Agradeço a ninfa carioca pelo axé. Aqui tem padre galã de todos os tipos e impulsos. São precarivadores nato. A libido mineira é mansa, mas treiteira. Obrigado pela passagem nas chapadas!
Mirtes Carvalho! Nem tos mineiros comem quieto! Eu dou mancada na entrada. Todo undo fica sabendo das inhas andanças. Meu coração fala alto e se desnuda!
Daniele Boechat! Todo mineiro é matreiro e tirado a cheio de mistério. Conheço um amigo que reza para ganhar mulher desejada!
Claudia Campello! Ajoelhou tem que rezar e lamber!
Doroni! Aqui nessas chapadas dá de tudo!
Raphael você sempre nos 'brinda' [ com branquinha e tudo] com ótimos textos!
Parabéns!
Eu volto para mais um brinde.
Querido Rapha! Você acertou em cheio... Sou gaúcha mas moro em Minas, na zona da mata. Desde que cheguei aqui, comecei a perceber a tática dos Mineiros... O padre [igreja católica], com filhos pra todo lado... Certos maridos, levando a "regra dois" para dentro de casa, para servir de criada [sem salário] para sua esposa, que aceita, para tirar o umbigo do fogão... Traição pra
todo lado. Certos maridos nem conseguem mais transpor a porta...
Cachacinha, cigarrinho de palha, fogão à lenha... cumpade, cantanu a cumadi... Meu marido é mineiro, mas comigo é no cabresto, rédea curta... afinal... eu sou Gaúcha, domadora de Bagual... Voltarei
Beijos
Pois é, Raphael... parece que essa mineirada não é de brincadeira, não...
Abraços.
Vivendo e apreendendo com as suas espetaculares narrativas, meu querido Rapha. Bjos, Parabens.
graça grauna · Recife, PE 12/5/2009 16:51
Rapha, o "fato" é bem conhecido por aqui; mas como anedota de boteco.
Narrado assim, à mineira, ficô muito mais mió de bão.
Parabéns pelo relato.
De prima, como se diz!
abçs!
Essa você ouviu contar e com certeza muitas vezes! Que bom ler e viajar nessa treta. Adorei!
bjs
sinva
Olá Raphael,
Gosto de contos e os seus são muito bons. São leves. Fazem sorrir.
Parabéns!
Eu volto!
Bjos
Patty
SANTO ANTONIO DA PEDRA...vc viveu tudo hein? Vai saber pormenores como ninguém...
Uma arte teus causos, teus contos e contos...
parabens
(me avise qdo postar lá)
Amigo Rafael.
Num cenário chamado de Brasil, aonde maravilhosos naturais, tecem cenas da vida real.
Parabéns, amigo. E viva o mestre João Guimarães Rosa!...
Abraços
O que vi primeiro foi o majestoso retrato.
Sabe que estes dias comprei piqui, aqui em sp. na praça da Sé.
abraço
andre.
Oie Raphael,
Mais um conto seu muito bom e bem humorado.
Gostei!
Volto.
kisses,
Naith
Raphael,
Não foi a toa que a republica do café com leite, dominou esse país durante décadas.
Abs
Gamito! Volte pata tomar uma com “rusaro”!
Greta Marcon! Beleza a sua gauchesca! Mineiro tem que ser na rédea curta e no cabresto. O bicho é treiteiro com cara de manso! Aplausos!
Wander! Fique de olho na mineirada!
Wancisco Franco! De prima é a sua presença meu caro!
Sinvaline! Obrigado pela viagem na treita do mineiro!
Patty! Beleza a sua alegria em também contar os causos! Um abraço!
Cintia Thomé! Participei de algumas “curraleiragens” da roça. Muita alcova com colchão recheado de capim marcela!
Pedro Monteiro! Andei muito nos carnaubais do seu Campo Maior. De lá tem muitas histórias.
Andre Pêssego! Cuidado com o pequi falsificado!
Nairalacy! Obrigado pelos beijos!
Agenor! Beleza a sua passagem no postado!
Falcão! Dominou pelas treitas meu caro!
Muito bacana o texto, repleto do humor e da jovialidade do autor e da cor local de nossos sertões de Minas. O Chicliplí é um exemplo do caipira esperto, o minerim, um Malasarte júnior... Parabéns!
Nerito · Belo Horizonte, MG 13/5/2009 15:08
oiii Raphael menino!
...tudo azul na chapada de Santo Antônio da Pedra!... Cê que pensa!!!
Jah mandaru cópia da sua cronica pru Vaticanu!
Cê vai cê ixcumungadu cum certeza uai - vai sim - ô si vai!
...
uai uai pra vc
ZecaFeliz
gaDs!
Belo texto expressando com conhecimento de causa a alma do sertão Norte Mineiro e porque não dizer; de todos os sertões brasileiros.
Saúde. Luz e Paz . jbconrado.
Zeca Avelar! Eles estão carecas de saber das artes de Vênus e Eros! Obrigado pela passagem!
Ayruman! Beleza Conrado. Bom te ver novamente! Um abraço!
Rapha, você sabe que gosto muito da tua escrita e dos teus causos. Neste, especificamente, encantei-me com a esperteza do Chiclipi. Eta moleque ladino, heim?
Parabéns, Ivette G M
Eita! que gostei "mermo"
Mas, esse pato, eta patim danado, desse jeitim, tava num causo que ouvi contar (parece que foi mesmo) Luiz Vieira.
E o retrato lá de riba, parece até que é do "País de Grotinhas".
Grande abraço
Viva o Brasil de todos nós que o merecemos...
abs
é como eu disse, rsrsrs
essssssssesssssssss mineiroooooooossssssss, são fooooogo!
parabens.
bjssssss;)
muito bom gostei mesmo
abraxx
Raphael, meu caro
Que beleza de texto. No interior do sertão acontecem dessas coisas, que até Deus duvida. Dois dedos de pinga, uma boa prosa, e essas histórias vão surgindo, com toda a sorte de uma "mitologia" própria. Esse caso do padre Rinaldi, acontece por aí afora, nos velhos rincões das Minas Gerais e do Brasil...
Parabéns !
Abraço.
Ivete GM! Obrigado pelo incentivo minha cara overmina! Um abraço e dois beijos!
Aldy Carvalho! É o país dos pecados rasgados debaixodo Equador!
Nina Poeta! Um acoxo apertado e dois beijos passionais! Consequentemente, trágicos|!
A
André Calazans!. Escapuliu! Obrigadopela passagem no postyado do Ciquiplí!
Marcelo Shkytaralirta! Nós merecemos o sertãotentação!
Cláudia Campello!
Cláudia Campello! Quefoto nova cheia de sensualidade!Fiquei com ciúmes de quem a mereceu!Minha intuição está ligada!
Wanderley Rodriques! Umaxépelasua presença!
Gustavo Adonias! Meu nobre poeta! Um abração!
Pat! Dopis beijos curraleiros e um abraço intencional!
SANTO ANTONIO DA PEDRA
raphaelreys · Montes Claros (MG) .
Na simplicidade o transcender de qualquer imensidão.
parabéns.
Abração Amigo.
Azuir Filho! Obrigado pela passagem no Santo Antonio da Pedra!
raphaelreys · Montes Claros, MG 15/5/2009 19:20
Ri e ri de novo, mas o negócio é sério...
Esperto é o menino, tolo é o padre que erra, a mulher que se engana, e o marido... coitado.
Excelente texto. rsrs
Kfarias! Esse baticucum de Vênus e Eros é rotina aqui na chapada Norte Mineira! É pecado por baixo de pecado!
raphaelreys · Montes Claros, MG 16/5/2009 11:26
.. não fique com ciumes....é assim que leio suas cronicas linnndas.
semi nua....na lua....em madrugadas que a (nem tanto agora) me visita. A foto foi tirada pelo msn mesmo....por Julia Brito. falta resoluçao, mas... tai, sou eu! e ja pertenço a cada overmano(a).
hummmmm sinto seu coraçao xonado e... bendita seja ela que ganhou seu coração, meu Rey.
bjssssssss;)
Noss Raphael,
Me tirou o fôlego! Sempre garimpando essas preciosidades!
que humor! Ah esse padre!
Muito bom,
bjs!
Simplicidade que tudo manja, manja? abs.
Juscelino Mendes · Campinas, SP 16/5/2009 17:44Meu querido Rapha: cada vez que leio as suas crônicas aprendo mais da vida. Palavra de mulher. Bjos.
graça grauna · Recife, PE 16/5/2009 21:21
Como diz a Claudia,Ah esses mineiros...
Exceente conto,sempre se supera a cada um
sabes que sou sua fã,né?
beijos meu anjo
W.Marques! Um abraço pela sua passagem em Santo Antônio da Pedra!
Cláudia Campello!Captei a sua mensagem de ternura e sensualidade geminiana! Um beijão passional!
Dinhá! Nos interiores de Minas tem coisas de que até Deus duvida!
Juscelino mendes! Meus olhos manjam tudo!
Graça Graúna! Obrigado pela sua sempre presença!
Doroni! Um beijo pelo voto!
Júlia! Seus beijos me confortam!
Captou né ?! ta bem ! rsrs
bjssssssss e mta luz.
Mais um...leio vc todos os dias
Me eleva, me faz rir com seus
persongens e causos
bjbj
Muito bom seu causo. Minas é um país. Abraço.
romulo andrade · Brasília, DF 18/5/2009 13:38
Raphita, querido
Passando correndo por causa de uma conjutive atrevida...
Trem danado de bom, como tudo o que você escreve e que me deixa na condição de sua fã...
Mil beijos!
Cintia Thome! Sua energia é positiva e estimulante. Obrigado pela sempre presença! Beijão!
Romulo Andrade! Obrigado pela passagem no Santo Antonio da Pedra!
Aube! Obrigado pela energia suave minha deusa de canela!
Muito bom mesmo! Bom de ler, e bom de rir!
Regina - poesia em volta · Volta Redonda, RJ 20/5/2009 11:33
Com Minas se aprende um saber matreiro:
carregar no bolso um toco de tudo.
Se aprende com Minas a dizer o mundo:
pensar trem pra coisa e uai pra susto.
Com Minas se aprende o saber do avulso:
espreitar a vida de "cocra", na curva.
Se aprende com Minas de graça, sem custo
que a vida que passa
não passa nem assusta.
Com Minas se sabe: tudo vive, tudo volta
e com a chuva que cai o que seca renasce.
Renasce e relembra (todo ano, toda a vida)
que dezembro repõe até março, até junho
o verde que a seca levou após julho.
Carlos Rodrigues Brandão
Regina! Bom que faço o hilário produzindo alegria. Um beijão!
Romulo Andrade! Beleza de rima meu caro overmano! O mineiro é " viche" e " uai"! Um abraço!
Raphael, eu aqui, antes tarde que nunca. Desculpa dizê, a inveja é uma merda, mas você escreve pra cacête (um Pedro Malazarte sempre tem né?). Abraço, Vasqs
Vasqs · São Paulo, SP 25/5/2009 19:45
Azuir,
Você não é só um poeta, e sim um historiador.Parabéns!Votado.
Olá, Raphael,
vejo que continua afiado. É sempre bom ler os seus causos engraçados.
bjs
Olá Raphael,
Retorno e deixo meu voto..
Bjos
Patty
Vasqs! Obrigado pelo incentivo caro mestre! Um abraço.
Orisvaldo Tanniy! Obrigado pela força e pelo incentivo!
Sônia Brandão! Obrigado minha cara overmina!
Patty! Menina Flor dos meus olhos!
Maluferitas! Bem que retornas minha cara! Um beijo!
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