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óleo diesel,
ócio
fumaça de combustível.
fóssil
O petróleo é osso!
...
São olhos de ler duvidando
De ver desconfiando
A alma querendo, amando
Os passos estalando sapatos novos
Já novamente flertando
Se vai a vida levando
...
bombril e bob
Estranho, muito estranho,
demasiado estranho,
demasiado humano.
Um comentário circuladô
De Maria Fulô me chegou
dezenas de muitas vezes
Passei o dia lendo a alma
Só vi a lama, perdi a calma
Falei que não sou doido
Fora de focus est
E foco é apenas questão
de ângulo, ponto de vista,
de plano e - até! -
de constituição da lente.
Doente, demente, dedo em riste.
Arte não é uma mulher nua, eu ri.
Ela corre nua, mas corre viva, rimos
Corre a vida que a circunda, rima
mesmo que a galope, Godiva.
Um dedo duro aponta o amigo
De risonho, por esperteza
alega surpresa, tristeza
Porque hoje... é sábado!
tags: Porto Alegre RS poesia petroleo
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Não fosse a expiação de Bauer, imaginaria ser criatividade de Aldro!
De prima!
Benny Franklin · Belém (PA) · 29/11/2008 10:53
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Aqui presente,
Talento gaúcho !
Parabéns.
Ivan Cezar · São Sepé (RS) · 30/11/2008 12:11
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graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 1/12/2008 00:25
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Porque hoje... é sábado!
e a leitura foi mto boa
bjs
marcia fernanda · Porto Alegre (RS) · 1/12/2008 00:43
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Adro
que beleza!
Doente, demente, dedo em riste.
Arte não é uma mulher nua, eu ri.
Ela corre nua, mas corre viva, rimos
Corre a vida que a circunda, rima
mesmo que a galope, Godiva.
Um dedo duro aponta o amigo
De risonho, por esperteza
alega surpresa, tristeza
Excelente!
nada a comentar, o texto já diz tudo!
bjs
Doroni Hilgenberg · Manaus (AM) · 1/12/2008 12:14
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Nasceu feito erva daninha, pequenina, não assustava...Mas cresceu muito rápido, virou praga, contaminou toda a plantação. Muitos pés morreram, não aguentaram...Os que ficaram juravam que ia passar...Passou...Mas deixou um enorme estrago. Quem é que ciuda desta plantação? Seu dono foi displicente, entregou o milharal à própria sorte... Agora nasce de tudo ali, xuxu, abacaxi, giló, tomate...
crispinga · Rio de Janeiro (RJ) · 2/12/2008 00:49
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Cris, agradecido.
De há muito, muito mesmo, sabe-se que, aqui, em se plantando tudo dá. E quando há motivação para tanto, até pé de galinha dá canja.
Deu mole, virou suco.
Deu cisco, aparece pinto no lixo.
A plantação é de ninguém, mas é de todas as gentes... também eu sei que é minha, embora não tenha descuidado de pôr a alma , acabou de se confundí-la com apenas flama...
Sinal da intolerância rediviva e dos tempos.
A vida tem remédio, o que não muda é o escrito, alguns juram em nome do amor.
Doroni,
O texto diz o que diz. E é já de quem lê e de quem sabe do que trata, como sabes tu. Grato.
Agradeço, Marcia Fernanda.
Graça Graúna, comovido fico com vossa digna presença.
Ivan, estimulas. Grato.
Benny, sensibilidade é bálsamo. Agradecido.
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 2/12/2008 10:06
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