O horizonte marejou
E dos olhos que vi correu um rio
O carro que já quer ir longe
E a estrada acende a chama....
Dos lábios um tremor
E dos olhos que vi, morreu o riso
O nome que ouço é o meu
Que o vento dissipa em cirandas...
A estrada acabou
E dos olhos que vi, no meu esvaiu
O que pensei ser pra sempre
A saudade chama lembrança...
O horizonte marejou
nos olhos do poeta
ainda assim / ou por isso mesmo.
o elixir que ficou.
Fecunda versos de saudade.
Para sempre Rangel Castilho
Nunca mais irei chorar da mesma maneira...
Rafael Raffa Ramos · Porto Alegre, RS 2/3/2007 02:58
Para sempre Sebastião!!!
Meu irmão, obrigado!!!
Salve, Porto Alegre!!!!
Salve, Rafael!!
Lindo comentário, valeu!
a saudade é a chama da lembrança e, logo se apaga...belo poema...
A. Wagner Oliveira · Cuiabá, MT 2/3/2007 17:41
Que beleza sublime!
Muito bom, caro Rangel!
Abraço!
Muito bonita e profunda. Parabens, Rangel. Achei o máximo sua poesia. Abç do J.
Jotaoliveiraa · Brasília, DF 4/3/2007 08:41
Sublime é tua companhia, Carlão!!!
Obrigado!!!
Rangel Castilho,
Amei os teus versos, tão profundos!
Eles mexeram com umas lembranças que delas não quero ter saudades!
Marluce
Rangel,
Por gentiza dá uma olhada na minha poesia " o mendigo" ao tentar deletar o texto que saiu como música , foi aquela confusão! Perdi seu comentário, ficarei grata se você voltar lá, pode repetir o que você já tinha falado. O que é bom pode ser repetido!
conto contigo!
Marluce
Obrigado, Marluce!
Adorei teu trabalho!
Vou lá sim, com o maior prazer!!!
Maravilhoso!!! Não tenho comentários, estou sem palavras, mas gostaria de homenageá-lo com um trecho de uma canção regional aqui do sul, de um artista chamado Luis Carlos Borges, penso eu que tem tudo aver com teus versos:
"Me quebrou o vidro dos olhos
me fes chorar, me fes chorar
quem o vidro dos meus olhos
vai agora remendar?
Quem disse que homem não chora
a si próprio não entende
quem teve os olhos quebrados
não acha quem os remende
Tive tudo e tenho nada
do teu amor que perdí
quem quebra o vidro dos olhos
abre cacimbas em sí."
Felicidades!!!
Que maravilha esses versos de Luis Carlos Borges!!
Sou admirador do sentimento nativista de voces, e essa verve poética que brota dos corações gaúchos.
Obrigado pelo incentivo....
Abraços pantaneiros, Zito!!!
Marcio Rufino, meu bom!!!!
Obrigado pelo teu elogio!!!
Salve, Belfort Roxo!!
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