Desértica sina
Na crina do corcel do agora
Tentamos segurar as certezas
Inútil miragem
Areias sem oásis
Caravana existencial
Em busca da água abissal
Emaranhados de ilusões
Entrela(n)çadas no sem fim do sempre
Beduíno tempo
Tempestades nas dunas do momento
Não há chuva
Apenas lembranças
E seco esquecimento...
(Gustavo Adonias)
O agora é só retificação! Aprendizado pela dor! A alma em sua experiência máxima! Beleza de postado meu caro poeta!
raphaelreys · Montes Claros, MG 30/9/2009 13:15
mas o que náo é ilusao?!
........o tempo como fonte que cessa nossas buscas........ou nao!
senti a sede em sua inspiraçao, poeta.
bjssssss;
O esquecimento é sempre é seco e triste...
abraços.
Querido...não queres doar um pouco da tua inspiração?
Maginifica a tua maneira de poetr...adoro !!!
Mil beijos !!!
Querido...não queres doar um pouco da tua inspiração?
Maginifica a tua maneira de poetar...adoro !!!
Mil beijos !!!
Não há chuva
Apenas lembranças
E seco esquecimento...
...versos tristes porque plenos de realismo. Mas enquanto houver poesia há esperança. Parabens, bjos.
Um poema simples que nos toca com sua fina melancolia.
Nem precisamos estar num deserto para sentir uma sensação de esquecimento. Basta ver como a vida é tão corrida que estamos cada vez mais distantes na crescente proximidade de tempo e espaço.
Parabéns pelos versos.
Votado.
Não há chuva
Apenas lembranças
E seco esquecimento...
Na secura das palavras, a imagem viva, regurgitante de sensações - a poesia se faz do sensorial.
Muito bom.
Abraços.
Não há mais o que chorar...só seguir em frente...
Bela poética
(pena q nao te vi na Bahia...cheguei hoje de lá, chorando por deixá-la...) Logo volto...ab
Gustavo Adonias · Salvador (BA)
SECO ESQUECIMENTO
Amplidão para a inspiração.
Um miçlagre latente o tempo todo porque o seco esquecimento não mata a esperança sem fim.
Parabéns pelo trasbalho de tanto sentimento.
Abração Amigo.
O esquecimento é mesmo
estiagem ...
Muito bom !
No momento, tudo que tenho a dizer é: gostei!
Um seco parabéns a ti.
bom post.
Raphael, meu caro
Obrigado pela sua presença, mais uma vez ! Que bom que tenha gostado do poema, amigo...
Abraço.
Gustavão: Bela metáfora; realmente, o esquecimento enquanto desprezo é mesmo muito árido, desertico até.! Axé!
RUI LÔBO · Brumado, BA 1/10/2009 11:21
Claúdia,
Obrigado pela sua presença também.
Bjs.
Belo trabalho.
"O rosto daquela gente era o desenho do seco esquecimento. Faces que nem água para derramar pelos olhos tinham mais e aquele vazio enrugando a pele, como a pele da terra que ia se tornando pó. Como a loucura de Vangog me parece um paraíso nessa natureza morta.
Com paz,
Sander
Juscelino, meu caro
Obrigado por ter vindo também, mais uma vez !
Abraço.
Ai ai...
O esquecimento doi... em terras firmes.
Beijusssssss
Marilia,
Obrigado pela presença, mais uma vez ! Que bom que tenha gostado...
Bjs.
Mais uma bela cria,Gusta!!!
Bem ao seu estilo, sucinto e profundo...um artesão de palavras...que sabe lapidá-las lindamente, dando-lhes contornos mágicos que nos fascinam!
E vamos seguindo o seco...nessa miragem de certezas vãs que não levam-nos a lugar nenhum ou sempre ao mesmo inabitável canto
sem esperança...
Mas voar é preciso, ainda que sejam imprecisos os horizontes....
Aplausos,Gusta,você sempre nos emociona,meu lindo!!
Bluebeijokas
Blue
E essa imagem é incrivelmente poética! Nos cala , como a tamanha aridez humana!!
Raiblue · Salvador, BA 3/10/2009 16:00
Grauna,
Obrigado pela sua presença e leitura, mais uma vez ! Que bom que tenha gostado da poesia...
Bjs.
Beduíno tempo !
abs, poeta cinematográfico !
Vinícius, meu caro
Obrigado pela presença também ! Que bom que tenha gostado...
Abraços.
Brandão, meu caro
Obrigado pela sua presença e leitura também ! Que bom que tenha gostado...
Abraço.
Cíntia,
Obigado por ter vindo também, mais uma vez ! Que bom que tenha gostado da poesia...
Bjs.
Azuir, meu caro
Obrigado pela sua presença também, mais uma vez ! Que bom que tenha gostado do poema. O seco esquecimento não mata a esperança sem fim...
Abraço, amigo.
Seria bom que uma chuva de ternura desabasse agora para inundar o dissabor que tanto te tortura. Belíssimo poema amigo Adonias. Abraços.
Carlos Magno.
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