cotado
acabou
cortado
aquentado
costado
cortejado
foice
fundo
corte
a escrita
falada
é maldita
suada
zoada
soada
cálido
lado outro
da lida
um seixo
rolado
sem eixo
o gajo
joga
à beira
Adroaldo, que prazer voltar a ler seus poemas!
Se não me engano além do que normalmente acontece, li neste poema, a luta,com as palavras e os caminhos por onde ela nos leva: a ilusão ou o nada.
O título, porém ajuda a identificar a vítima destes caminhos: "o seixo fora do eixo".
Que seixo?
Que eixo?
Volto a reler. Hei de encontrar outras faces nestes versos enxutíssimos.
beijos
Volte sempre, Saramar. Pareide escrever não , apenas não tenho mais feito convites.
Muito me agrada tua leitura.
Seixo é sempre aquela pedra no meio do caminho, o eixo de quem vai sozinho.
Parabéns, Adroaldo, pela forma e conteúdo poéticos.
Um abraço!
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