Sem nome
Tem algo de potro, sagitário
Patas, cascos duros
Mas na cabeça, quem sabe algo, punhados
De curiosidade quase infantil
Nos olhos de melado
Inflamável
Infeccioso
Tem febre
Pueril
Duplamente sem nome
Bailarino espanhol
Emerge, empinado
Em tendências de refinamento
Quase feminino, pequeno
Menino
Que dorme de conchinha
Menino que espera
O encaixe
Menino bailarino espanhol
Muito bom, Tatiana!
Abraço!
muito bom... parabéns!
Celio Soares Jr · Pelotas, RS 10/4/2007 21:28
Gostei muito dessa intensidade dos seus versos.
Estive lendo os outros textos que você já publicou. São todos cheios de sensibilidade e riqueza de tons.
Quero aprender a escrever assim.
beijos
Tatiana,
De lo lindo, bravo,-a!
Marluce
Olá Tatiana, até parece que estou vendo! Ao som da música flamenca,o bailarino que você descreve, pisoteanto com seus duros cascos, o chão de um palco iluminado, que contagia uma platéia emoconada. Parabéns pelo trabalho.
Carlos Magno.
Olá minha jovem reporter,
Belo poema, gostei em particular da parte do sagitário, signo deste
humilde escritor. Grande abraço.
ABC
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